Este anúncio no Net Empregos já colocou toda a malta a rir aqui na redacção. Mas acho que isto tem a ver com o tal processo de Bolonha, porque os jornalistas passam a ser programadores e os programadores jornalistas.
Zona Lisboa Empresa: Espiral
Anúncio: Empresa de Comunicação Social procura Jornalista com experiência e competências técnicas na área da programação.
Pretende-se:
- Competências editoriais:
. Domínio da Língua Portuguesa
. Domínio das técnicas de escrita para Internet
. Bons conhecimentos de temas financeiros
. Bons conhecimentos de Inglês
Até aqui tudo bem...
Mas agora é que a «porca torce o rabo»:
Competências técnicas:
. Domínio sobre SharePoint (MOSS 07):
- Criação de sites
- Implementação de estrutura de navegação
- Criação de Menus
- Configuração de listas de suporte a menus e dropdowns (criação de views)
- Criação de conteúdos
- Configuração de WebParts
. Domínio de HTML
. Compreensão básica de JavaScript
. Conhecimentos de CSS
. Conhecimentos básicos de Flash, Photoshop e Illustrator
E vá lá, do mal o menos:
Oferece-se:
- Remuneração acima da média relativamente ao mercado jornalístico nacional
- Horário de oito horas diárias, aos dias úteis
- Possibilidade de integração futura dos quadros da empresa
PS - Agradece-se que não responda se não reunir todos os requisitos exigidos.»
Mas afinal o que é que querem??
Realmente, se não fosse tão triste, seria para chorar. É que qualquer destes pedidos de «Competências técnicas» tem como requesitos cursos e formação específicos.
Ainda se poderá tirar um ou outro (eu tenho um curso de HTML e programação em Flash), mas tudo isto??
Poramordedeus!!!
Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Procura-se Jornalista com competências de Programação
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Maria do Carmo
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quinta-feira, março 25, 2010
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sábado, 20 de março de 2010
A Caralhota
É altura de fazer jus ao fim que (nunca) me levou a escrever este blogue, ou seja, a gastronomia.
E há pouco chamaram-me a atenção para o que se falava na RTP - A Caralhota de Almerim.
Já conhecia o caralhete (instrumento com que se faz a poncha madeirense que não se deve perder nas Festas Populares de Fernão Ferro, com o pessoal da Camacha), mas sobre esta caralhota eis o que achei:
«Para quem não sabe o que é uma caralhota, é um pão caseiro, idêntico à merendeira, muito guloso e saboroso. Deixa água na boca quando acompanhado com sopa de pedra, com uma bifana ou simplesmente com um pequeno pedaço de manteiga.
O nome desta iguaria vem de tempos passados, “culpa” da tradição popular. Antigamente, em Almerim, os populares chamavam caralhotas aos borbotos da lã. Nessa altura, em quase todas as casas existia um forno e cozia-se o pão. Quando se tirava a massa, para depois ir para o forno, no fundo do alguidar ficavam bocadinhos de massa, idênticos a borbotos de lã. A essas pequenas bolas os populares chamavam de caralhotas. Daí vem o nome actual do pão que pode saborear nos restaurantes de Almeirim.»
Região de Turismo do Ribatejo
Ainda um dia destes hei-de provar a caralhota, ai não!
E há pouco chamaram-me a atenção para o que se falava na RTP - A Caralhota de Almerim.
Já conhecia o caralhete (instrumento com que se faz a poncha madeirense que não se deve perder nas Festas Populares de Fernão Ferro, com o pessoal da Camacha), mas sobre esta caralhota eis o que achei:
«Para quem não sabe o que é uma caralhota, é um pão caseiro, idêntico à merendeira, muito guloso e saboroso. Deixa água na boca quando acompanhado com sopa de pedra, com uma bifana ou simplesmente com um pequeno pedaço de manteiga.
O nome desta iguaria vem de tempos passados, “culpa” da tradição popular. Antigamente, em Almerim, os populares chamavam caralhotas aos borbotos da lã. Nessa altura, em quase todas as casas existia um forno e cozia-se o pão. Quando se tirava a massa, para depois ir para o forno, no fundo do alguidar ficavam bocadinhos de massa, idênticos a borbotos de lã. A essas pequenas bolas os populares chamavam de caralhotas. Daí vem o nome actual do pão que pode saborear nos restaurantes de Almeirim.»
Região de Turismo do Ribatejo
Ainda um dia destes hei-de provar a caralhota, ai não!
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Maria do Carmo
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sábado, março 20, 2010
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sexta-feira, 19 de março de 2010
Ganda Gama!
Jaime Gama recordou a José Lello a sua condição de presidente do conselho de administração do Parlamento, e sustentou que este «é um espaço público» e que os computadores utilizados pelos deputados «não são pessoais, são de serviço público».
«As regras na Assembleia da República estão aprovadas por todos os senhores deputados», sublinhou Jaime Gama, pedindo aos deputados que «compreendam as regras que fixaram» e lembrando que «se as quiserem mudar, deverão assumir essa mudança, do ponto de vista político».
O deputado socialista José Lello defendia a «necessidade de definir a mobilidade» dos repórteres fotográficos na Assembleia da República, afirmando que os deputados «não podem estar sujeitos ao voyeurismo».
A intervenção do deputado do PS, que preside ao conselho de administração da Assembleia da República, numa interpelação à mesa, foi feita enquanto decorria o debate de urgência marcado pelo CDS-PP sobre violência no meio escolar, e levou os deputados do PS a baixarem os ecrãs dos seus computadores, em sinal de protesto.
José Lello afirmou que «sente-se nas bancadas a necessidade de definir a mobilidade dos repórteres fotográficos», alegando que os deputados têm direito à sua privacidade, nomeadamente sobre os conteúdos dos computadores que utilizam no plenário.
«As regras na Assembleia da República estão aprovadas por todos os senhores deputados», sublinhou Jaime Gama, pedindo aos deputados que «compreendam as regras que fixaram» e lembrando que «se as quiserem mudar, deverão assumir essa mudança, do ponto de vista político».
O deputado socialista José Lello defendia a «necessidade de definir a mobilidade» dos repórteres fotográficos na Assembleia da República, afirmando que os deputados «não podem estar sujeitos ao voyeurismo».
A intervenção do deputado do PS, que preside ao conselho de administração da Assembleia da República, numa interpelação à mesa, foi feita enquanto decorria o debate de urgência marcado pelo CDS-PP sobre violência no meio escolar, e levou os deputados do PS a baixarem os ecrãs dos seus computadores, em sinal de protesto.
José Lello afirmou que «sente-se nas bancadas a necessidade de definir a mobilidade dos repórteres fotográficos», alegando que os deputados têm direito à sua privacidade, nomeadamente sobre os conteúdos dos computadores que utilizam no plenário.
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sexta-feira, março 19, 2010
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terça-feira, 16 de março de 2010
Um telefonema para a Bianca
Com uma simples chamada, pode ajudar esta Associação de Apoio aos Animais, que só conta com a ajuda dos seus voluntários e sócios. São apenas 60 cêntimos, o preço de uma bica!!
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Maria do Carmo
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terça-feira, março 16, 2010
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domingo, 14 de março de 2010
Aleluia pelos Animais Abandonados
Finalmente, o site da Câmara Municipal do Seixal tem um espacinho para os animais do Canil/Gatil do Seixal, em http://www.cm-seixal.pt/CMSEIXAL
Já que não há espaço para os animais no Boletim Municipal, pelo menos que seja através do site que se faça o apelo para os amigos de quatro patas que precisam de um novo lar.
Já que não há espaço para os animais no Boletim Municipal, pelo menos que seja através do site que se faça o apelo para os amigos de quatro patas que precisam de um novo lar.
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domingo, março 14, 2010
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sábado, 13 de março de 2010
In Memoriam - 63 anos depois
Tradução do cartoon:
Menina: Tenho que lhe dizer uma coisa, senhor... Tem no seu braço uma tatuagem sem graça nenhuma. É só um montão de numeros.
Senhor: Bem teria a tua idade quando ma fizeram. Mantenho-a como uma recordação.
Menina: Oh! ... Uma recordação de dias mais felizes?
Senhor: Não, de um tempo em que o mundo ficou louco.
"Imagina-te a ti mesma num país em que os teus compatriotas seguem a voz de um político extremista que não gostava da tua religião.
Imagina que te tiravam tudo, que enviavam toda a tua familia para um campo de concentração, para trabalhar como escravos, e ser assassinados sistemáticamente. Nesse sitio tiravam-te até o teu nome para ser substituido por um número tatuado no teu braço.
Chamou-se a isso O Holocausto, quando milhões de pessoas foram mortas só pelas sua crenças religiosas..."
Menina: Então tu usas essa tatuagem para recordares o perigo das políticas extremistas!
Senhor: Não, querida. É para que tu o recordes.
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Maria do Carmo
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sábado, março 13, 2010
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Olé!!
Gasolina em Portugal é 20% mais cara que em Espanha
Portugal continua em quarto lugar no 'ranking' europeu dos países com gasolina mais cara. Os dados são de Bruxelas.
Entre os 27 membros da União Europeia, Portugal ocupa a quarta posição na lista dos preços médios da gasolina, divulgado hoje pela Comissão Europeia.
Em Portugal, o litro da gasolina 95 sem chumbo custa, em média, 1,319 euros, enquanto que em Espanha o preço é de 1,107 euros. Isto quer dizer que os espanhóis pagam menos 19% por cada litro deste combustível.
Mais caro que em Portugal só na Holanda, Finlândia e Dinamarca onde os preços médios por litro ultrapassam os 1,349 euros.
Já os três países com a gasolina mais barata são a Roménia, Chipre e Bulgária, com preços médios por litro que não chegam a um euro.
Portugal continua em quarto lugar no 'ranking' europeu dos países com gasolina mais cara. Os dados são de Bruxelas.
Entre os 27 membros da União Europeia, Portugal ocupa a quarta posição na lista dos preços médios da gasolina, divulgado hoje pela Comissão Europeia.
Em Portugal, o litro da gasolina 95 sem chumbo custa, em média, 1,319 euros, enquanto que em Espanha o preço é de 1,107 euros. Isto quer dizer que os espanhóis pagam menos 19% por cada litro deste combustível.
Mais caro que em Portugal só na Holanda, Finlândia e Dinamarca onde os preços médios por litro ultrapassam os 1,349 euros.
Já os três países com a gasolina mais barata são a Roménia, Chipre e Bulgária, com preços médios por litro que não chegam a um euro.
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terça-feira, 9 de março de 2010
Há coisas que me fazem muita confusão....
Aqui há uns tempos, como directora do «Comércio» apresentei uma queixa à ERC contra um “blogue” cá do sítio, onde se levantavam em altas vozes contra o facto do meu jornal ter uma publicidade estatal
«Aqui d’el Rey, que é a prova de que o jornal está vendido. Que é do PS e do Governo!!».
Mais tarde, consoante os temas que iam sendo publicados, fomos sendo atribuídos a todos e mais partidos (só faltou à Igreja, porque se calhar nenhum mirone estava atento no dia que o Padre David visitou a redacção...).
Agora, vejo num quinzenário local uma página inteira de publicidade da Câmara, aliás, praticamente o único que recebe esta benesse.
Vejo também nesse mesmo jornal o vice-presidente da Câmara em grande destaque.
E sei que este jornal é dirigido por uma empresa editora sem fins lucrativos.
Será coincidência?
Será um acto de caridade e uma oferta? Acreditemos que ainda existem homens de Boa Vontade.
O que não percebo, agora, é como é que as tais vozes de aldeias e afins, não se erguem agora, com o tal «Aqui d’el Rey, que o jornal está vendido. Que é da CDU e da Câmara!!».
Ele realmente há silêncios misteriosos...
«Aqui d’el Rey, que é a prova de que o jornal está vendido. Que é do PS e do Governo!!».
Mais tarde, consoante os temas que iam sendo publicados, fomos sendo atribuídos a todos e mais partidos (só faltou à Igreja, porque se calhar nenhum mirone estava atento no dia que o Padre David visitou a redacção...).
Agora, vejo num quinzenário local uma página inteira de publicidade da Câmara, aliás, praticamente o único que recebe esta benesse.
Vejo também nesse mesmo jornal o vice-presidente da Câmara em grande destaque.
E sei que este jornal é dirigido por uma empresa editora sem fins lucrativos.
Será coincidência?
Será um acto de caridade e uma oferta? Acreditemos que ainda existem homens de Boa Vontade.
O que não percebo, agora, é como é que as tais vozes de aldeias e afins, não se erguem agora, com o tal «Aqui d’el Rey, que o jornal está vendido. Que é da CDU e da Câmara!!».
Ele realmente há silêncios misteriosos...
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Maria do Carmo
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terça-feira, março 09, 2010
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segunda-feira, 8 de março de 2010
«Comércio» no Brasil
Assim se vê o que é o verdadeiro jornalismo, sem precisar de copiar ou de ter notícias e fotos fabricadas por patronos.
Prestes a chegar ao nosso número cem, são coisas como esta que nos fazem continuar:
Sentimo-nos orgulhosas por levar o nome dos dois concelhos que representamos ainda mais longe, neste caso até ao outro lado do Atlântico, ao Brasil.
Daniela Mercury gostou da entrevista do nosso enviado especial Ricardo Bóleo, e os seus fãs publicaram-na no respectivo site.
http://www.portaldanielamercury.com.br/index.php/noticias/carnaval-2010/404-daniela-no-pais-das-maravilhas
Este post é dedicado a todos os que não sabem o que realmente significa o termo «comunicação social responsável».
Sem comentários!
PS - Obrigado pela correção, realmente o site que referia não é o da Daniela Mercury mas sim do seu clube de fãs.
Prestes a chegar ao nosso número cem, são coisas como esta que nos fazem continuar:
Sentimo-nos orgulhosas por levar o nome dos dois concelhos que representamos ainda mais longe, neste caso até ao outro lado do Atlântico, ao Brasil.
Daniela Mercury gostou da entrevista do nosso enviado especial Ricardo Bóleo, e os seus fãs publicaram-na no respectivo site.
http://www.portaldanielamercury.com.br/index.php/noticias/carnaval-2010/404-daniela-no-pais-das-maravilhas
Este post é dedicado a todos os que não sabem o que realmente significa o termo «comunicação social responsável».
Sem comentários!
PS - Obrigado pela correção, realmente o site que referia não é o da Daniela Mercury mas sim do seu clube de fãs.
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Maria do Carmo
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segunda-feira, março 08, 2010
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domingo, 7 de março de 2010
Alguns breves apontamentos
Depois de vários dias sem escrever (apesar de não ganhar ordenado para manter os empregados e o jornal, o trabalho não falta), eis que hoje tinha vários temas, por isso vou dividi-los:
Nota 1 –
Noticia do I – ou puro bufismo sobre o autor de um dos blogues mais lidos e participados do país. Critica-se um “jornalista” que sob a capa de uma reportagem, bufa o nome do autor deste blogue.
Sem tecer mais comentários sobre algo tão sujo, pergunto quantos serão os jornalistas, com carteira, armados em bufos, que assim respondem às ordens, não de patrões, que isso seria desculpável numa altura em que o emprego é um bem valioso, mas de quem paga para ter a sua (ou dos seus apaniguados) em capas e noticias, ao bom estilo de boletins municipais... mas essa é a tal comunicação social «responsável», à boa maneira de algumas «senhorias»...
Nota II
A10 – ou terceira (quarta ou algo assim) travessia do Tejo, entre o Carregado e Porto Alto. Depois de muita busca, vários enganos no caminho (a sinalética à portuguesa nas nossas estradas é algo que merecia uma bíblia), eis que dou com a dita ponte (não sei o nome oficial, não me interessa).
E que maravilha, três vias de rodagem apenas para mim. É verdade, em vários quilómetros (também não me interessa quantos), circulei sempre sozinha, tendo apenas passado por mim um Mercedes cinzento. Em sentido sul-norte, mais alguns carros, mas poucos.
Será isto porque os lisboetas ou nortenhos não estão habituados a pagar a portagem (1,30 euros) para atravessar o Tejo?
Nota III
Dia da Mulher - ou assinalar a data dedicada a uma minoria. Acho que isto diz tudo.
Apesar de no jornal ter referido a data incontornável, na minha opinião pessoal celebrar o Dia da Mulher, sem que exista um Dia Oficial do Homem, significa que a Mulher será sempre encarada como algo menor, para quem é necessário que sejam recordados os seus feitos numa sociedade que se quer de igualdade. Algo semelhante à necessidade de criar quotas de mulheres na política.
Infelizmente, nos dias de hoje e neste concelho, mo trabalho que temos realizado ainda somos encaradas como «As meninas» por gente que devia demonstrar o máximo respeito por uma empresa que tem criado emprego no concelho (emprego real e não apenas para fanar subsídios).
Nota 1 –
Noticia do I – ou puro bufismo sobre o autor de um dos blogues mais lidos e participados do país. Critica-se um “jornalista” que sob a capa de uma reportagem, bufa o nome do autor deste blogue.
Sem tecer mais comentários sobre algo tão sujo, pergunto quantos serão os jornalistas, com carteira, armados em bufos, que assim respondem às ordens, não de patrões, que isso seria desculpável numa altura em que o emprego é um bem valioso, mas de quem paga para ter a sua (ou dos seus apaniguados) em capas e noticias, ao bom estilo de boletins municipais... mas essa é a tal comunicação social «responsável», à boa maneira de algumas «senhorias»...
Nota II
A10 – ou terceira (quarta ou algo assim) travessia do Tejo, entre o Carregado e Porto Alto. Depois de muita busca, vários enganos no caminho (a sinalética à portuguesa nas nossas estradas é algo que merecia uma bíblia), eis que dou com a dita ponte (não sei o nome oficial, não me interessa).
E que maravilha, três vias de rodagem apenas para mim. É verdade, em vários quilómetros (também não me interessa quantos), circulei sempre sozinha, tendo apenas passado por mim um Mercedes cinzento. Em sentido sul-norte, mais alguns carros, mas poucos.
Será isto porque os lisboetas ou nortenhos não estão habituados a pagar a portagem (1,30 euros) para atravessar o Tejo?
Nota III
Dia da Mulher - ou assinalar a data dedicada a uma minoria. Acho que isto diz tudo.
Apesar de no jornal ter referido a data incontornável, na minha opinião pessoal celebrar o Dia da Mulher, sem que exista um Dia Oficial do Homem, significa que a Mulher será sempre encarada como algo menor, para quem é necessário que sejam recordados os seus feitos numa sociedade que se quer de igualdade. Algo semelhante à necessidade de criar quotas de mulheres na política.
Infelizmente, nos dias de hoje e neste concelho, mo trabalho que temos realizado ainda somos encaradas como «As meninas» por gente que devia demonstrar o máximo respeito por uma empresa que tem criado emprego no concelho (emprego real e não apenas para fanar subsídios).
O Belchior aguarda o seu banho.
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Maria do Carmo
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domingo, março 07, 2010
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