Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Só porque me apetece
Aqui fica uma foto da fantástica vista que desfruto da minha janela. Pena é que, daqui a bocado quando sair, não tenha muita escolha para ir até uma esplanada junto da praia e simplesmente olhar este rio lindo.
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Maria do Carmo
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terça-feira, junho 01, 2010
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Dia Mundial Sem Tabaco assinala malefícios do fumo
Um dos dias que mais gosto, como não fumadora que sou. Comigo é mais bolos.
«O Dia Mundial sem Tabaco assinala-se, hoje, com várias iniciativas pelo país para sensibilizar a população para os malefícios do tabaco e alertar para o crescente aumento do número de mulheres fumadoras. Segundo a Organização Mundial da Saúde, dos mil milhões de fumadores no mundo, cerca de 200 milhões são mulheres e esse é o principal alvo das campanhas deste ano.
O tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para celebrar a efeméride - "O Tabaco e o género, com ênfase para publicidade dirigida às mulheres" - visa chamar a atenção para as estratégias utilizadas pela indústria do tabaco para aumentar o consumo dos seus produtos por parte das mulheres.»
«O Dia Mundial sem Tabaco assinala-se, hoje, com várias iniciativas pelo país para sensibilizar a população para os malefícios do tabaco e alertar para o crescente aumento do número de mulheres fumadoras. Segundo a Organização Mundial da Saúde, dos mil milhões de fumadores no mundo, cerca de 200 milhões são mulheres e esse é o principal alvo das campanhas deste ano.
O tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para celebrar a efeméride - "O Tabaco e o género, com ênfase para publicidade dirigida às mulheres" - visa chamar a atenção para as estratégias utilizadas pela indústria do tabaco para aumentar o consumo dos seus produtos por parte das mulheres.»
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Maria do Carmo
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segunda-feira, maio 31, 2010
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domingo, 30 de maio de 2010
Uma boa semana
Num dia que correu razoavelmente bem, e para uma semana que se prevê fantástica, não podia deixar aqui uma mensagem de ternura com a segunda coisa melhor do mundo, os amigos de quatro patas.
E cá ficam os meus bichanos a desejar a todos uma boa semana de trabalho, da forma como eles gostam.
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Maria do Carmo
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domingo, maio 30, 2010
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O melhor são as crianças
Ao chegar aos 39 anos de idade, é altura para reflectir em alguns pontos da nossa vida. Um deles é o facto de, segundo algumas pessoas, não ter ainda cumprido o meu papel como mulher, ou seja, ser mãe.
Vem isto a propósito do novo desafio que lançámos no jornal «Comércio» sobre os direitos das crianças, a par com o advogado e vereador Paulo Edson Cunha. E já agora, também, amigo desde o primeiro dia do jornal.
Confesso que gostaria de ser mãe, mas houve sempre a velha desculpa da falta de tempo, minha e do meu companheiro. Depois, a situação económica também nunca ajudou por aí além. E eis que assim chego a uma idade onde é quase impossível realizar esse acto até, infelizmente, por questões de saúde.
Mas por vezes a vida também nos dá algumas coisas boas.
E isso tem sido conhecer algumas crianças muito especiais, filhos de amigos meus, com quem tenho, ou tive, ligações também muito especiais (e aqui para nós, sem os lados menos positivos da maternidade, se é que me faço entender).
E uma delas é, sem dúvida, ter conhecido um miúdo maravilhoso que hoje é o meu afilhado. Das suas atitudes, dos seus gestos de enorme carinho para com todos os que o rodeiam, da sua humildade enquanto criança, tiro eu todos os dias maravilhosas lições de vida.
Um sorriso dele, e tenho o dia ganho.
Vem isto a propósito também de outras crianças, essas para quem um sorriso é algo quase desconhecido. Essas a quem as suas acções não iluminam o dia de ninguém, porque não têm quem para elas olhe.
Pensar no Dia da Criança, mais do que celebrar as crianças felizes que vemos com os pais, é lembrar também as crianças para quem a vida é madrasta desde os primeiros tempos.
As crianças que não tiveram o direito de o ser, outras que, por o serem, são castigadas por aqueles que as deviam defender.
Outras simplesmente porque não se sabem defender contra os que julgam ser seus amigos ou protectores.
São para essas crianças que se deve reflectir o Dia da Criança, para aquelas que não têm voz nos dias que passam, para aquelas que sofrem, para aquelas a quem é necessário estender a mão.
E se, apesar de ser apenas uma gota num imenso oceano, essa ajuda poder ser dada através da palavra escrita, então que o ser Jornalista e o ser um Jornal, sirva para tal.
Vem isto a propósito do novo desafio que lançámos no jornal «Comércio» sobre os direitos das crianças, a par com o advogado e vereador Paulo Edson Cunha. E já agora, também, amigo desde o primeiro dia do jornal.
Confesso que gostaria de ser mãe, mas houve sempre a velha desculpa da falta de tempo, minha e do meu companheiro. Depois, a situação económica também nunca ajudou por aí além. E eis que assim chego a uma idade onde é quase impossível realizar esse acto até, infelizmente, por questões de saúde.
Mas por vezes a vida também nos dá algumas coisas boas.
E isso tem sido conhecer algumas crianças muito especiais, filhos de amigos meus, com quem tenho, ou tive, ligações também muito especiais (e aqui para nós, sem os lados menos positivos da maternidade, se é que me faço entender).
E uma delas é, sem dúvida, ter conhecido um miúdo maravilhoso que hoje é o meu afilhado. Das suas atitudes, dos seus gestos de enorme carinho para com todos os que o rodeiam, da sua humildade enquanto criança, tiro eu todos os dias maravilhosas lições de vida.
Um sorriso dele, e tenho o dia ganho.
Vem isto a propósito também de outras crianças, essas para quem um sorriso é algo quase desconhecido. Essas a quem as suas acções não iluminam o dia de ninguém, porque não têm quem para elas olhe.
Pensar no Dia da Criança, mais do que celebrar as crianças felizes que vemos com os pais, é lembrar também as crianças para quem a vida é madrasta desde os primeiros tempos.
As crianças que não tiveram o direito de o ser, outras que, por o serem, são castigadas por aqueles que as deviam defender.
Outras simplesmente porque não se sabem defender contra os que julgam ser seus amigos ou protectores.
São para essas crianças que se deve reflectir o Dia da Criança, para aquelas que não têm voz nos dias que passam, para aquelas que sofrem, para aquelas a quem é necessário estender a mão.
E se, apesar de ser apenas uma gota num imenso oceano, essa ajuda poder ser dada através da palavra escrita, então que o ser Jornalista e o ser um Jornal, sirva para tal.
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Maria do Carmo
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domingo, maio 30, 2010
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Os nus e os outros
Ontem tive de ir à Segurança Social de Amora para entregar um contrato de trabalho (situação recorrente, porque ao contrário de certa gentalha que por aí anda de peito enfunado, mas não paga e muito menos contrata os empregados, no meu caso, e apesar do esforço que isso significa, todas as pessoas têm os seus direitos garantidos. Mas são opções, e pelos vistos muito bem cotadas na «Bolsa» aqui do Seixal...).
Acontece que normalmente uma visita áquele espaço é um pesadelo.
Ontem foi uma tortura. Fui de manhã tirar a senha C – Contribuintes. Eram 11h20.
A minha senha era o 23. Normal, não fosse que no placard me informassem que só tinham ainda sido atendidas SEIS pessoas. Num espaço que abre às 9h00 da manhã!
Pergunto, o que esteve a senhora responsável a fazer toda a manhã? O mesmo que fez quando me atendeu: demorou quase dois minutos a colocar um simples agrafo em folhas...
Isto para não falar no calor intenso que se sentia. Cá fora, mesmo com muito vento, sempre se estava melhor, encostados à parede, e quem esperava ia carpindo as suas mágoas de tanto tempo de espera. Havia pessoas que tinham tirado a senha pouco depois das 9h00 e eram o 180!!! No entanto, ninguém se disponibilizou a pedir o livrinho, sabem, o Livro de Reclamações. Quando falei nisso, a resposta veio pronta: «Para quê? Eles deitam tudo fora, nem ligam. E depois ainda me anulavam o pedido...»
Sem comentários.
Mas milagre dos milagres. Eis que se aproximam as 16h00, e se as senhas iam no 77 saltam alegremente até ao 111 em apenas cerca de dez minutos. Por muito desespero, não acredito que tenha desistido tanta gente. Será que a hora da saída se aproxima e se apressam os serviços?
Os mesmos serviços e funcionários que dias antes, quando a minha mãe ali esteve, interromperam o serviço durante mais de uma hora, cerca das 10h30, até que as pessoas começaram a ameaçar que iam tomar outras medidas se não voltassem a atender.
Ali mesmo ao lado, uma cigana dizia ufana para outra: sabes, agora já tenho a casa paga, mas tenho de pedir mais porque o meu filho entrou para a escola... ao telefone com uma funcionária, uma brasileira gritava porque não lhe queriam dar o subsidio de parto, enquanto a funcionária lhe explicava vezes sem conta que sem o documento de residência não podia requerer o subsidio. Espantoso mesmo é ver naquele espaço portugueses... mas eu é que sou racista.
Na outra ponta da escala, e porque isto não é só dizer mal, há que dar aleluias pelo novo espaço das Finanças do Seixal (outro local da minha devoção, onde vou várias vezes, exactamente pelos mesmos motivos que expliquei antes). Se antes para pedirmos uma simples explicação eram horas, agora são apenas alguns minutos de espera, e ainda o podemos fazer sentados.
Não sei se o novo espaço trouxe um novo ânimo aos funcionários, mas o que é certo é que as coisas estão bem diferentes.
Haja ao menos alguma alegria no meio da escuridão em que vivemos.
Acontece que normalmente uma visita áquele espaço é um pesadelo.
Ontem foi uma tortura. Fui de manhã tirar a senha C – Contribuintes. Eram 11h20.
A minha senha era o 23. Normal, não fosse que no placard me informassem que só tinham ainda sido atendidas SEIS pessoas. Num espaço que abre às 9h00 da manhã!
Pergunto, o que esteve a senhora responsável a fazer toda a manhã? O mesmo que fez quando me atendeu: demorou quase dois minutos a colocar um simples agrafo em folhas...
Isto para não falar no calor intenso que se sentia. Cá fora, mesmo com muito vento, sempre se estava melhor, encostados à parede, e quem esperava ia carpindo as suas mágoas de tanto tempo de espera. Havia pessoas que tinham tirado a senha pouco depois das 9h00 e eram o 180!!! No entanto, ninguém se disponibilizou a pedir o livrinho, sabem, o Livro de Reclamações. Quando falei nisso, a resposta veio pronta: «Para quê? Eles deitam tudo fora, nem ligam. E depois ainda me anulavam o pedido...»
Sem comentários.
Mas milagre dos milagres. Eis que se aproximam as 16h00, e se as senhas iam no 77 saltam alegremente até ao 111 em apenas cerca de dez minutos. Por muito desespero, não acredito que tenha desistido tanta gente. Será que a hora da saída se aproxima e se apressam os serviços?
Os mesmos serviços e funcionários que dias antes, quando a minha mãe ali esteve, interromperam o serviço durante mais de uma hora, cerca das 10h30, até que as pessoas começaram a ameaçar que iam tomar outras medidas se não voltassem a atender.
Ali mesmo ao lado, uma cigana dizia ufana para outra: sabes, agora já tenho a casa paga, mas tenho de pedir mais porque o meu filho entrou para a escola... ao telefone com uma funcionária, uma brasileira gritava porque não lhe queriam dar o subsidio de parto, enquanto a funcionária lhe explicava vezes sem conta que sem o documento de residência não podia requerer o subsidio. Espantoso mesmo é ver naquele espaço portugueses... mas eu é que sou racista.
Na outra ponta da escala, e porque isto não é só dizer mal, há que dar aleluias pelo novo espaço das Finanças do Seixal (outro local da minha devoção, onde vou várias vezes, exactamente pelos mesmos motivos que expliquei antes). Se antes para pedirmos uma simples explicação eram horas, agora são apenas alguns minutos de espera, e ainda o podemos fazer sentados.
Não sei se o novo espaço trouxe um novo ânimo aos funcionários, mas o que é certo é que as coisas estão bem diferentes.
Haja ao menos alguma alegria no meio da escuridão em que vivemos.
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Maria do Carmo
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quinta-feira, maio 27, 2010
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domingo, 23 de maio de 2010
Só uma perguntinha...
Um amigo jornalista enviou-me esta nota que se encontra no site da Câmara Municipal de Oeiras.
Se a autarquia do Seixal recuperar alguns dos concursos do passado (como o de melhor leitor da Biblioteca, etc), poderia utilizar esta ideia.
A minha perguntinha vai no sentido de saber, se por estas bandas se instituisse um prémio assim (haveria concorrentes suficientes, creio eu), quais seriam os critérios, o júri e claro, o vencedor.
Na certa, alguém que responde pela tal "comunicação social responsável" tão do agrado e que tão bem "assina" a língua portuguesa. Mas se calhar, é tudo uma questão de "assentos"...
«30 de Abril – Dia da Imprensa Regional do concelho de Oeiras
15 mil euros para Prémio Gazeta de Oeiras 2009
A Câmara Municipal de Oeiras cumpriu a tradição e assinalou o Dia da Imprensa Regional do concelho de Oeiras, 30 de Abril, apresentando o Prémio Municipal de Imprensa “Gazeta de Oeiras” 2009.
Comemorando-se este ano os 250 anos de elevação de Oeiras a Vila, e pretendendo-se envolver a comunicação social (regional e nacional) nas respectivas comemorações, o Prémio Gazeta de Oeiras 2009 tem uma diferenciação, aprovada pelo Executivo camarário. O objectivo é valorizar a imprensa humanizante, a imprensa do dia-a-dia, a imprensa da proximidade.
Assim, atendendo ao ano comemorativo em que nos encontramos, serão premiados os melhores trabalhos sobre os 250 anos do Concelho de Oeiras, da seguinte forma:
Prémio Câmara Municipal de Oeiras – Nacional – 7.500 €
Prémio Câmara Municipal de Oeiras – Regional – 7.500 €
O prémio destina-se a distinguir o(s) trabalho(s) divulgado(s) nos órgãos de comunicação social sobre os 250 anos do concelho Oeiras, de inequívoca qualidade e que melhor contribua(m) para o conhecimento do ano comemorativo que o concelho atravessa, sendo constituído da seguinte forma:
Sendo um prémio de autor (num valor global para esta edição de 15.000 €), poder-se-ão candidatar os próprios e/ou empresas de comunicação social responsáveis pela difusão de qualquer trabalho - de natureza ESCRITA, FOTOGRÁFICA, RADIOFÓNICA, TELEVISIVA e MULTIMÉDIA - divulgado no ano de 2009, num conjunto de trabalhos a concurso, não superior a três, por cada um dos autores.
Os trabalhos a concurso devem ser entregues no Gabinete de Comunicação (GC) da Câmara Municipal de Oeiras, até ao dia 31 de Dezembro de 2009.
A entrega processar-se-á em envelope fechado dirigido à directora do GC, contendo uma cópia do trabalho original no suporte em que foi difundido, devidamente identificado (nome, morada e número de contribuinte), com menção expressa dos meios de comunicação, datas em que foram divulgados, acompanhado por uma breve nota curricular dos autores (não superior a 1.500 caracteres).
Estes trabalhos serão apreciados na óptica jornalística, por um Júri de reconhecida qualidade, convidado pela Câmara Municipal de Oeiras, e que no âmbito deste normativo é soberano nas suas decisões. À semelhança de anos anteriores o júri de avaliação será maioritariamente externo, constituído por personalidades de reconhecida competência na área.
Como temos vindo a afirmar na Campanha dos 250 Anos, somos todos marqueses, oeirenses, interactivos e poetas. Na verdade, num sentido mais lato, somos todos comunicadores, pontes de conhecimento de uns para outros, de geração em geração, de passado para presente e daqui para o futuro.
Uma dessas pontes, da qual nos orgulhamos, é a Imprensa Regional. Através dela, preservamos identidades. Através dela, contribuímos para o enraizamento porque liga as gentes à terra onde vivem. É aquilo a que podemos chamar de jornalismo de proximidade.
Neste sentido, queremos envolver a Imprensa Regional nas comemorações dos 250 anos. Esta envolvência é um enlace, é como que um abraço entre Oeiras e a sua comunicação mais próxima.»
in: http://www.cm-oeiras.pt/noticias%5CPaginas/DiadaImprensaRegional46.aspx
Se a autarquia do Seixal recuperar alguns dos concursos do passado (como o de melhor leitor da Biblioteca, etc), poderia utilizar esta ideia.
A minha perguntinha vai no sentido de saber, se por estas bandas se instituisse um prémio assim (haveria concorrentes suficientes, creio eu), quais seriam os critérios, o júri e claro, o vencedor.
Na certa, alguém que responde pela tal "comunicação social responsável" tão do agrado e que tão bem "assina" a língua portuguesa. Mas se calhar, é tudo uma questão de "assentos"...
«30 de Abril – Dia da Imprensa Regional do concelho de Oeiras
15 mil euros para Prémio Gazeta de Oeiras 2009
A Câmara Municipal de Oeiras cumpriu a tradição e assinalou o Dia da Imprensa Regional do concelho de Oeiras, 30 de Abril, apresentando o Prémio Municipal de Imprensa “Gazeta de Oeiras” 2009.
Comemorando-se este ano os 250 anos de elevação de Oeiras a Vila, e pretendendo-se envolver a comunicação social (regional e nacional) nas respectivas comemorações, o Prémio Gazeta de Oeiras 2009 tem uma diferenciação, aprovada pelo Executivo camarário. O objectivo é valorizar a imprensa humanizante, a imprensa do dia-a-dia, a imprensa da proximidade.
Assim, atendendo ao ano comemorativo em que nos encontramos, serão premiados os melhores trabalhos sobre os 250 anos do Concelho de Oeiras, da seguinte forma:
Prémio Câmara Municipal de Oeiras – Nacional – 7.500 €
Prémio Câmara Municipal de Oeiras – Regional – 7.500 €
O prémio destina-se a distinguir o(s) trabalho(s) divulgado(s) nos órgãos de comunicação social sobre os 250 anos do concelho Oeiras, de inequívoca qualidade e que melhor contribua(m) para o conhecimento do ano comemorativo que o concelho atravessa, sendo constituído da seguinte forma:
Sendo um prémio de autor (num valor global para esta edição de 15.000 €), poder-se-ão candidatar os próprios e/ou empresas de comunicação social responsáveis pela difusão de qualquer trabalho - de natureza ESCRITA, FOTOGRÁFICA, RADIOFÓNICA, TELEVISIVA e MULTIMÉDIA - divulgado no ano de 2009, num conjunto de trabalhos a concurso, não superior a três, por cada um dos autores.
Os trabalhos a concurso devem ser entregues no Gabinete de Comunicação (GC) da Câmara Municipal de Oeiras, até ao dia 31 de Dezembro de 2009.
A entrega processar-se-á em envelope fechado dirigido à directora do GC, contendo uma cópia do trabalho original no suporte em que foi difundido, devidamente identificado (nome, morada e número de contribuinte), com menção expressa dos meios de comunicação, datas em que foram divulgados, acompanhado por uma breve nota curricular dos autores (não superior a 1.500 caracteres).
Estes trabalhos serão apreciados na óptica jornalística, por um Júri de reconhecida qualidade, convidado pela Câmara Municipal de Oeiras, e que no âmbito deste normativo é soberano nas suas decisões. À semelhança de anos anteriores o júri de avaliação será maioritariamente externo, constituído por personalidades de reconhecida competência na área.
Como temos vindo a afirmar na Campanha dos 250 Anos, somos todos marqueses, oeirenses, interactivos e poetas. Na verdade, num sentido mais lato, somos todos comunicadores, pontes de conhecimento de uns para outros, de geração em geração, de passado para presente e daqui para o futuro.
Uma dessas pontes, da qual nos orgulhamos, é a Imprensa Regional. Através dela, preservamos identidades. Através dela, contribuímos para o enraizamento porque liga as gentes à terra onde vivem. É aquilo a que podemos chamar de jornalismo de proximidade.
Neste sentido, queremos envolver a Imprensa Regional nas comemorações dos 250 anos. Esta envolvência é um enlace, é como que um abraço entre Oeiras e a sua comunicação mais próxima.»
in: http://www.cm-oeiras.pt/noticias%5CPaginas/DiadaImprensaRegional46.aspx
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domingo, maio 23, 2010
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Blogues, bloguistas e anónimos
No prefácio do livro «Mitos Urbanos e Boatos», de Susana André (mais uma das autoras entrevistadas pelo «Comércio», mas adiante) Miguel Sousa Tavares escreve o seguinte:
«Os blogues foram inventados por um génio do mal e a pensar especificamente nos portugueses: como dizer mal à vontade e sem identificação nem consequências algumas, para caluniar alguém em total impunidade.
Num país onde a inveja tem sido o sempre o motor da história, os blogues vieram fornecer um instrumento mortífero de destruição de reputações» e acrescento eu, de forma cobarde.
Confesso que não gosto do MST (o autor, que do comboio, ainda não experimentei).
É um direito que me assiste, em especial depois de uma entrevista em que afirmava que via da sua janela o comboio da Ponte ir vazio (quando se levantava), e dava a entender que o povo não merece nada, porque tinha tão bons transportes e continuava a andar de carro. Isto numa altura em que eu ia de comboio para Lisboa, muitas vezes de pé, por falta de lugares sentados. Não sei a que hora se levantaria tão inteligente comentador, mas enfim.
O que interessa é que estas palavras dele vieram a propósito de de um blogue-cloaca que o ataca, sem que o autor se identifique.
Caso para dizer, onde é que já vi isto? Ah, foi por aqui. Temos por cá vários blogues. Curiosamente, tirando um bem conhecido que apresenta casos contra o executivo CDU, os restantes de membros da oposição estão claramente identificados.
O mesmo não acontece, ainda mais curiosamente, e salvo uma honrosa excepção de um deputado municipal que também assina uma coluna no seu jornal, os restantes blogues de ataque à oposição são, pasme-se num concelho de Abril, anónimos.
Como anónimos são sempre, mas sempre, aqueles que atacam os que devidamente se identificam e dizem de caras o que acham, em especial quando estes apontam o dedo ao executivo que dirige os destinos dos seixalenses e seixaleiros há trinta e seis anos.
E esta hein?
«Os blogues foram inventados por um génio do mal e a pensar especificamente nos portugueses: como dizer mal à vontade e sem identificação nem consequências algumas, para caluniar alguém em total impunidade.
Num país onde a inveja tem sido o sempre o motor da história, os blogues vieram fornecer um instrumento mortífero de destruição de reputações» e acrescento eu, de forma cobarde.
Confesso que não gosto do MST (o autor, que do comboio, ainda não experimentei).
É um direito que me assiste, em especial depois de uma entrevista em que afirmava que via da sua janela o comboio da Ponte ir vazio (quando se levantava), e dava a entender que o povo não merece nada, porque tinha tão bons transportes e continuava a andar de carro. Isto numa altura em que eu ia de comboio para Lisboa, muitas vezes de pé, por falta de lugares sentados. Não sei a que hora se levantaria tão inteligente comentador, mas enfim.
O que interessa é que estas palavras dele vieram a propósito de de um blogue-cloaca que o ataca, sem que o autor se identifique.
Caso para dizer, onde é que já vi isto? Ah, foi por aqui. Temos por cá vários blogues. Curiosamente, tirando um bem conhecido que apresenta casos contra o executivo CDU, os restantes de membros da oposição estão claramente identificados.
O mesmo não acontece, ainda mais curiosamente, e salvo uma honrosa excepção de um deputado municipal que também assina uma coluna no seu jornal, os restantes blogues de ataque à oposição são, pasme-se num concelho de Abril, anónimos.
Como anónimos são sempre, mas sempre, aqueles que atacam os que devidamente se identificam e dizem de caras o que acham, em especial quando estes apontam o dedo ao executivo que dirige os destinos dos seixalenses e seixaleiros há trinta e seis anos.
E esta hein?
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Hoje sinto-me feliz
Rectificção:
O querido que me deixou este poema, veio a afirmar que o mesmo só me era dedicado e que não era ele (colocador anónimo do mesmo no blogue Revolta das Laranjas) o seu autor. Mas a mestria e o esforço em procurar algo assim merece na mesma divulgação.
Obrigada, Kiducho!!! Também "gosto muito" de ti!!
É verdade, hoje sinto-me feliz. Um comentário assinado por mim no blogue Revolta das Laranjas, deu azo a que uns "anónimos" me chamasse Lamechas e até, imaginem, me escrevessem um POEMA, e isto até a poucos dias do meu Aniversário, que aqui reproduzo:
Anónimo disse...
Para ti, Carmo Torres:
"Estás com uma tremenda dor de corno
Resolveste escrever uma palavras
Palavras, pura retórica…
Só resta saber onde publica-las
Onde todos te possam ler
E saber…
Que és pessoa de muitas falas
Tantas falas, porque não te calas
Poluis o espaço, sem embaraço
Com tantos calhamaços de nada,
Triste poeta de beira de estrada
Triste criatura, alada
Transformas as asas, em chagas
Chagas aos olhos de quem te lê
Sim, porque alguém sempre te lê
Chagas de mau gosto, arrogância
Fora do contexto
Do espaço, que é nosso
Que é vosso
Estás com uma tremenda dor de corno
Então não causes transtorno
Eleva essa dor, e …
Cria alguma coisa com sabor
Nem que seja a fantasia,
Ou ironia, até mesmo despeito,
Mas cria algo de respeito"
Poetamaldito
18 de Maio de 2010 23:19~
Obrigado, do fundo do coração, a este poetamaldito, porque como dizem os famosos, falem bem ou falem mal de mim. mas falem! E ter tanto tempo livre para uma obra destas é obra!!
O querido que me deixou este poema, veio a afirmar que o mesmo só me era dedicado e que não era ele (colocador anónimo do mesmo no blogue Revolta das Laranjas) o seu autor. Mas a mestria e o esforço em procurar algo assim merece na mesma divulgação.
Obrigada, Kiducho!!! Também "gosto muito" de ti!!
É verdade, hoje sinto-me feliz. Um comentário assinado por mim no blogue Revolta das Laranjas, deu azo a que uns "anónimos" me chamasse Lamechas e até, imaginem, me escrevessem um POEMA, e isto até a poucos dias do meu Aniversário, que aqui reproduzo:
Anónimo disse...
Para ti, Carmo Torres:
"Estás com uma tremenda dor de corno
Resolveste escrever uma palavras
Palavras, pura retórica…
Só resta saber onde publica-las
Onde todos te possam ler
E saber…
Que és pessoa de muitas falas
Tantas falas, porque não te calas
Poluis o espaço, sem embaraço
Com tantos calhamaços de nada,
Triste poeta de beira de estrada
Triste criatura, alada
Transformas as asas, em chagas
Chagas aos olhos de quem te lê
Sim, porque alguém sempre te lê
Chagas de mau gosto, arrogância
Fora do contexto
Do espaço, que é nosso
Que é vosso
Estás com uma tremenda dor de corno
Então não causes transtorno
Eleva essa dor, e …
Cria alguma coisa com sabor
Nem que seja a fantasia,
Ou ironia, até mesmo despeito,
Mas cria algo de respeito"
Poetamaldito
18 de Maio de 2010 23:19~
Obrigado, do fundo do coração, a este poetamaldito, porque como dizem os famosos, falem bem ou falem mal de mim. mas falem! E ter tanto tempo livre para uma obra destas é obra!!
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Sem Comentários
«Director do “DN Madeira” demite-se com acusações ao Governo da Região Autónoma
Jornal de Notícias - 2010-05-13 - Ana Gaspar
Luís Calisto demitiu-se hoje da direcção do “Diário de Notícias da Madeira” tecendo, em editorial, fortes críticas ao Governo Regional, que acusa de fazer “bullying” à comunicação social. Ricardo Miguel Oliveira foi escolhido para ocupar o cargo de director.
“Como é do domínio público, a imprensa é um dos ramos de actividade que mais têm sentido a recessão económico-financeira mundial. No caso, acresce o sufoco e o cerco ao nosso jornal congeminado e perpetrado pelo presidente do Governo da Madeira, dr. Alberto João Jardim, que está a aproveitar as dificuldades deste período negro, com reflexos fatais no mercado insular, para concretizar o seu antigo projecto de fechar o DIÁRIO”.
É desta forma que Luís Calisto inicia o seu editorial, publicado na edição de ontem do “DN Madeira”, depois de explicar aos leitores que se trata de uma “decisão pessoal”.
Em quase uma página, o director demissionário elenca as muitas situações que, no seu entender, asfixiam a publicação e que descreve como actos de ?bullying? contra a imprensa regional.
Ameaça de despedimentos
A 31 de Julho de 2009, este responsável assinava um outro editorial onde dava conta do despedimento de 13 funcionários, dez dos quais jornalistas, atribuindo a responsabilidade a Alberto João Jardim. Ontem, Luís Calisto voltou a falar desta questão. “Há despedimentos à vista”, revela no texto que assina. Contactada pelo JN, fonte do Governo Regional disse que não seriam prestadas declarações sobre as acusações.
José Bettencourt da Câmara, presidente do conselho de gerência do jornal (detido em 40% pela Global Notícias, dona do JN, e em 60% pelo Grupo Blandy) explica que a administração do jornal não tece comentários à demissão de Luís Calisto, por se tratar de uma “decisão pessoal”. O responsável confirma, no entanto, a previsão de novos despedimentos. “Os primeiros quatro meses do ano não foram nada famosos, ainda por cima com esta concorrência selvagem. Por este caminho, não vemos outra alternativa”.
Este facto foi comunicado à redacção numa reunião ontem à tarde, onde foi anunciado o nome de Ricardo Miguel Oliveira, que já acumulava as funções de editor-executivo do DN Madeira e director da TSF-Madeira.
Queixas à reguladora
A administração do “DN Madeira” apresentou em Agosto uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), acusando o “Jornal da Madeira” (JM) de “concorrência desleal”. Há duas semanas os responsáveis foram recebidos por Azeredo Lopes, presidente da ERC, que prometeu uma decisão em breve, revela Bettencourt da Câmara.
Na sequência dos acontecimento, o PS-Madeira anunciou que vai solicitar um inquérito parlamentar na Assembleia Regional e a intervenção da ERC naquele que chama, citado pela agência Lusa, de “tentativa de controlo” do sector pelo Governo Regional.»
Jornal de Notícias - 2010-05-13 - Ana Gaspar
Luís Calisto demitiu-se hoje da direcção do “Diário de Notícias da Madeira” tecendo, em editorial, fortes críticas ao Governo Regional, que acusa de fazer “bullying” à comunicação social. Ricardo Miguel Oliveira foi escolhido para ocupar o cargo de director.
“Como é do domínio público, a imprensa é um dos ramos de actividade que mais têm sentido a recessão económico-financeira mundial. No caso, acresce o sufoco e o cerco ao nosso jornal congeminado e perpetrado pelo presidente do Governo da Madeira, dr. Alberto João Jardim, que está a aproveitar as dificuldades deste período negro, com reflexos fatais no mercado insular, para concretizar o seu antigo projecto de fechar o DIÁRIO”.
É desta forma que Luís Calisto inicia o seu editorial, publicado na edição de ontem do “DN Madeira”, depois de explicar aos leitores que se trata de uma “decisão pessoal”.
Em quase uma página, o director demissionário elenca as muitas situações que, no seu entender, asfixiam a publicação e que descreve como actos de ?bullying? contra a imprensa regional.
Ameaça de despedimentos
A 31 de Julho de 2009, este responsável assinava um outro editorial onde dava conta do despedimento de 13 funcionários, dez dos quais jornalistas, atribuindo a responsabilidade a Alberto João Jardim. Ontem, Luís Calisto voltou a falar desta questão. “Há despedimentos à vista”, revela no texto que assina. Contactada pelo JN, fonte do Governo Regional disse que não seriam prestadas declarações sobre as acusações.
José Bettencourt da Câmara, presidente do conselho de gerência do jornal (detido em 40% pela Global Notícias, dona do JN, e em 60% pelo Grupo Blandy) explica que a administração do jornal não tece comentários à demissão de Luís Calisto, por se tratar de uma “decisão pessoal”. O responsável confirma, no entanto, a previsão de novos despedimentos. “Os primeiros quatro meses do ano não foram nada famosos, ainda por cima com esta concorrência selvagem. Por este caminho, não vemos outra alternativa”.
Este facto foi comunicado à redacção numa reunião ontem à tarde, onde foi anunciado o nome de Ricardo Miguel Oliveira, que já acumulava as funções de editor-executivo do DN Madeira e director da TSF-Madeira.
Queixas à reguladora
A administração do “DN Madeira” apresentou em Agosto uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), acusando o “Jornal da Madeira” (JM) de “concorrência desleal”. Há duas semanas os responsáveis foram recebidos por Azeredo Lopes, presidente da ERC, que prometeu uma decisão em breve, revela Bettencourt da Câmara.
Na sequência dos acontecimento, o PS-Madeira anunciou que vai solicitar um inquérito parlamentar na Assembleia Regional e a intervenção da ERC naquele que chama, citado pela agência Lusa, de “tentativa de controlo” do sector pelo Governo Regional.»
Publicada por
Maria do Carmo
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terça-feira, maio 18, 2010
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sábado, 15 de maio de 2010
Livros, livros e livros
Acabada de chegar da feira do livro, cansada mas mais ou menos satisfeita.
Bons livros, bons preços, mas muita gente e pouco, muito pouco espaço para uns minutos de descanso. E nem consegui descobrir os WC...
Acho que a feira já merecia um espaço diferente, para que não se tivesse de andar «ao molho», onde se pudesse tirar um tempinho, onde se pudesse conversar ou ouvir melhor as conversas com os autores.
Lá trouxe uns livritos de culinária, em segunda mão, que a vida não dá para obras novas, embora me tivessem ficado os olhos em alguns livros da Filipa Vacondeus e do sempre grande Chefe Silva.
Mas enfim, do mal o menos, os preços (embora os editores se mostrassem preocupados com o aumento do malfadado IVA) baratinhos, não deixaram ninguém abalar de mãos vazias.
E muitos dos clientes eram crianças.
Por falar em livros e em crianças, ontem levei o meu afilhado à Bilbioteca Municipal do Seixal. Foi a primeira vez que lá entrou e ficou pasmado. Percorremos tudo, viu e mexeu em livros, e disse-me completamente absorvido que "aqui há milhões de livros!"
Disse-lhe que não eram tantos, mas que esta devia ser uma das melhores bibliotecas do país. Foi muito gratificante ver a forma como ele percorreu as estantes, como foi descobrindo que os livros têm muitas formas, e encadernações, que são grandes calhamaços (termo que lhe ensinei ontem) e que podem vir em todos os tamanhos e cores e há para todos os gostos.
Com sete anos, recém-feitos, espero que ele venha a ter tanto amor pelos livros como a madrinha, e como já tem pelos números... com uma ajudinha da minha parte.
Bons livros, bons preços, mas muita gente e pouco, muito pouco espaço para uns minutos de descanso. E nem consegui descobrir os WC...
Acho que a feira já merecia um espaço diferente, para que não se tivesse de andar «ao molho», onde se pudesse tirar um tempinho, onde se pudesse conversar ou ouvir melhor as conversas com os autores.
Lá trouxe uns livritos de culinária, em segunda mão, que a vida não dá para obras novas, embora me tivessem ficado os olhos em alguns livros da Filipa Vacondeus e do sempre grande Chefe Silva.
Mas enfim, do mal o menos, os preços (embora os editores se mostrassem preocupados com o aumento do malfadado IVA) baratinhos, não deixaram ninguém abalar de mãos vazias.
E muitos dos clientes eram crianças.
Por falar em livros e em crianças, ontem levei o meu afilhado à Bilbioteca Municipal do Seixal. Foi a primeira vez que lá entrou e ficou pasmado. Percorremos tudo, viu e mexeu em livros, e disse-me completamente absorvido que "aqui há milhões de livros!"
Disse-lhe que não eram tantos, mas que esta devia ser uma das melhores bibliotecas do país. Foi muito gratificante ver a forma como ele percorreu as estantes, como foi descobrindo que os livros têm muitas formas, e encadernações, que são grandes calhamaços (termo que lhe ensinei ontem) e que podem vir em todos os tamanhos e cores e há para todos os gostos.
Com sete anos, recém-feitos, espero que ele venha a ter tanto amor pelos livros como a madrinha, e como já tem pelos números... com uma ajudinha da minha parte.
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Maria do Carmo
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