Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
A propósito...
Não podia vir mais a propósito este texto, quando as televisões gastam centenas de minutos do seu tempo a falar de coisas como Maçonaria...
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Maria do Carmo
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quinta-feira, janeiro 12, 2012
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Não há direito!
Não vou tecer comentários. Não vou. Deixo só aqui este texto que me enviaram por email, para que possamos reflectir sobre este assunto.
É perfeitamente constitucional confiscar sem indemnização os rendimentos das pessoas.
Texto do Prof. Luis Menezes Leitão, da Faculdade de Direito de Lisboa
------------------------------ -
«Fico perfeitamente siderado quando vejo constitucionalistas a dizer que não há qualquer problema constitucional em decretar uma redução de salários na função pública. Obviamente que o facto de muitos dos visados por essa medida ficarem insolventes e, como se viu na Roménia, até ocorrerem suicídios, é apenas um pormenor sem importância. De facto, nessa perspectiva a Constituição tudo permite.
É igualmente constitucional o Estado decretar unilateralmente a extinção das suas obrigações apenas em relação a alguns dos seus credores, escolhendo naturalmente os mais frágeis. E finalmente é constitucional que as necessidades financeiras do Estado sejam cobertas aumentando os encargos apenas sobre uma categoria de cidadãos.
Tudo isto é de uma constitucionalidade cristalina. Resta acrescentar apenas que provavelmente se estará a falar, não da Constituição Portuguesa, mas da Constituição da Coreia do Norte.
É por isso que neste momento tenho vontade de recordar Marcello Caetano, não apenas o último Presidente do Conselho do Estado Novo, mas também o prestigiado fundador da escola de Direito Público de Lisboa. No seu Manual de Direito Administrativo, II, 1980, p. 759, deixou escrito que uma redução de vencimentos "importaria para o funcionário uma degradação ou baixa de posto que só se concebe como grave sanção penal". Bem pode assim a Constituição de 1976 proclamar no seu preâmbulo que "o Movimento das Forças Armadas [...) derrubou o regime fascista".
Na perspectiva de alguns constitucionalistas, acabou por consagrar um regime constitucional que permite livremente atentar contra os direitos das pessoas de uma forma que repugnaria até ao último Presidente do Estado Novo.
Diz o povo que "atrás de mim virá quem de mim bom fará".
Se no sítio onde estiver, Marcello Caetano pudesse olhar para o estado a que deixaram chegar o regime constitucional que o substituiu, não deixaria de rir a bom rir com a situação.»
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Maria do Carmo
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segunda-feira, janeiro 09, 2012
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Salvar ovelhas
Já me têm acontecido algumas coisas giras, outras dramáticas, mas pela primeira vez na vida tive um encontro com uma ovelhinha.
Sendo filha de um pastor que veio cedo para a cidade, nunca tinha pegado ao colo em nenhuma, só avistado ao longe, embora nunca tenha dito, como a senhora de uma anedota que ouvia em miúda e que tinha saído da aldeia para a cidade que ao chegar à casa de seus pais perguntava aos mesmos se aquilo que via pelos campos eram «cabrias»…
Tudo aconteceu uma destas tardes, enquanto vinha a conduzir do Barreiro para o Seixal.
Ao chegar ali a Coina apercebi-me que alguma coisa não estava bem, porque os carros iam parando. Olhei para a estrada e vi o que me parecia um caniche, branquinho. Mas um outro olhar e apercebi-me de que era uma ovelhinha, ainda com um resíduo do cordão umbilical.
Claro que me “passei” e encostei o carro logo ali. Com a ajuda de várias pessoas que também iam saindo dos carros para ver a pequenita que corria pela estrada, lá a empurrámos até perto de um camião, comigo no meio da estrada a gritar ao condutor para não avançar, e consegui agarrá-la. Fiquei impressionada com a sua meiguice.
Meti-a no carro e levei-a então para junto de uma entrada para um curral que se vê da estrada. Ali perguntei a um dos funcionários que estão a construir a ponte da via do IC32 se havia alguma entrada para junto dos animais, ao que ele me respondeu que não.
Confuso com o que eu lhe dizia, lá lhe fui explicando que a bichinha tinha feito parar o trânsito uns metros adiante e que eu pretendia reuni-la com a família. A solução passava por ele baixar um pouco a rede protectora do terreno e eu colocar lá o animal.
Lá fui então ao carro buscá-la, e aí é que foram elas. É que o pessoal que estava a trabalhar na obra, quando me viu com a ovelhita ao colo, fartou-se de me gritar para não a levar para o terreno e deixá-la ali mesmo, para o tacho.
Com muito cuidado, o senhor lá baixou a rede e colocou a pequenina dentro do terreno. Ela correu um bocado, mas depois tentou voltar à estrada, impedida pela rede. Parecia-me que se tinha zangado com alguma ovelha, ou à boa moda de uma jovenzinha, já se rebelava com o futuro que a esperava de ovelha.
Sendo filha de um pastor que veio cedo para a cidade, nunca tinha pegado ao colo em nenhuma, só avistado ao longe, embora nunca tenha dito, como a senhora de uma anedota que ouvia em miúda e que tinha saído da aldeia para a cidade que ao chegar à casa de seus pais perguntava aos mesmos se aquilo que via pelos campos eram «cabrias»…
Tudo aconteceu uma destas tardes, enquanto vinha a conduzir do Barreiro para o Seixal.
Ao chegar ali a Coina apercebi-me que alguma coisa não estava bem, porque os carros iam parando. Olhei para a estrada e vi o que me parecia um caniche, branquinho. Mas um outro olhar e apercebi-me de que era uma ovelhinha, ainda com um resíduo do cordão umbilical.
Claro que me “passei” e encostei o carro logo ali. Com a ajuda de várias pessoas que também iam saindo dos carros para ver a pequenita que corria pela estrada, lá a empurrámos até perto de um camião, comigo no meio da estrada a gritar ao condutor para não avançar, e consegui agarrá-la. Fiquei impressionada com a sua meiguice.
Meti-a no carro e levei-a então para junto de uma entrada para um curral que se vê da estrada. Ali perguntei a um dos funcionários que estão a construir a ponte da via do IC32 se havia alguma entrada para junto dos animais, ao que ele me respondeu que não.
Confuso com o que eu lhe dizia, lá lhe fui explicando que a bichinha tinha feito parar o trânsito uns metros adiante e que eu pretendia reuni-la com a família. A solução passava por ele baixar um pouco a rede protectora do terreno e eu colocar lá o animal.
Lá fui então ao carro buscá-la, e aí é que foram elas. É que o pessoal que estava a trabalhar na obra, quando me viu com a ovelhita ao colo, fartou-se de me gritar para não a levar para o terreno e deixá-la ali mesmo, para o tacho.
Com muito cuidado, o senhor lá baixou a rede e colocou a pequenina dentro do terreno. Ela correu um bocado, mas depois tentou voltar à estrada, impedida pela rede. Parecia-me que se tinha zangado com alguma ovelha, ou à boa moda de uma jovenzinha, já se rebelava com o futuro que a esperava de ovelha.
Alguma coisa me diz, que se esta ovelha não fosse branca, seria mesmo uma «ovelha negra» e teimosa.
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Maria do Carmo
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sexta-feira, janeiro 06, 2012
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
«O cão de Sócrates»
Volto hoje a uma dica sobre um livro, que não é recente mas que só agora consegui na Biblioteca Municipal do Seixal. Trata-se de «O cão de Sócrates» do autor António Ribeiro (pseudónimo). E também para não dizerem que só falo mal dos mesmos.
Fica só um pequeno conselho: não ler este livro a altas horas da noite, ou correm o risco de ter de enfiar a cabeça debaixo da almofada ou terem os vizinhos a reclamar batendo com um pau no tecto. É que provoca enormes gargalhadas!
«Eu estava a adorar estas sessões de corrida matinal com o meu dono, até que de um dia para o outro, tudo acabou. O sr. Primeiro-ministro deixou de me ir chamar de manhã cedo para correr e recomeçou a correr sozinho. Porquê?
Um dossiê de imprensa analisava a quantidade de notícias publicadas e os tempos de antena televisivos sobre o meu dono e a sua corrida matinal comigo e chegava à conclusão que em cada 10 notícias sobre a corrida, 8 eram sobre mim. Ou seja, os jornalistas esqueciam-se do meu dono e viravam a sua atenção para mim. Resultado: acabaram-se as minhas corridas.
Agora o meu dono corre cada vez menos. E cada vez que corre, corre sozinho. Não admira. Com a crise que vai neste país, os portugueses estão a ficar cada vez mais anémicose, como todos sabemos, a anemia é incompatível com o exercício físico.
A imprensa também nunca mais quis saber do seu jogging matinal e é muito bem feito!
Cada um tem o que merece.
Aliás, dado o actual estado do país, aposto que a grande maioria dos portugueses gostaria de correr com o meu dono... não ao seu lado, mas do lugar de primeiro-ministro.»
Fica só um pequeno conselho: não ler este livro a altas horas da noite, ou correm o risco de ter de enfiar a cabeça debaixo da almofada ou terem os vizinhos a reclamar batendo com um pau no tecto. É que provoca enormes gargalhadas!
«Eu estava a adorar estas sessões de corrida matinal com o meu dono, até que de um dia para o outro, tudo acabou. O sr. Primeiro-ministro deixou de me ir chamar de manhã cedo para correr e recomeçou a correr sozinho. Porquê?
Um dossiê de imprensa analisava a quantidade de notícias publicadas e os tempos de antena televisivos sobre o meu dono e a sua corrida matinal comigo e chegava à conclusão que em cada 10 notícias sobre a corrida, 8 eram sobre mim. Ou seja, os jornalistas esqueciam-se do meu dono e viravam a sua atenção para mim. Resultado: acabaram-se as minhas corridas.
Agora o meu dono corre cada vez menos. E cada vez que corre, corre sozinho. Não admira. Com a crise que vai neste país, os portugueses estão a ficar cada vez mais anémicose, como todos sabemos, a anemia é incompatível com o exercício físico.
A imprensa também nunca mais quis saber do seu jogging matinal e é muito bem feito!
Cada um tem o que merece.
Aliás, dado o actual estado do país, aposto que a grande maioria dos portugueses gostaria de correr com o meu dono... não ao seu lado, mas do lugar de primeiro-ministro.»
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Maria do Carmo
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quarta-feira, janeiro 04, 2012
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Em 2012 como no passado...
«Olhai em redor, e vede este formoso torrão de Portugal, que vós jurásteis defender e fazer prosperar; olhai e dizei-me se sois dignos de estar nesses bancos uma hora mais: por toda a parte o esbanjamento da fazenda pública, por toda a parte o patrocínio primando o mérito.
A escola, essa fonte pública, seca de instrução; as férteis campinas desoladas; as estradas que prometeis cobertas de pedregulhos e das lamas da incúria; as cadeias, esses depósitos do mal, transbordando e o pobre camponês que sucumbe ao peso dos impostos, regando com lágrimas o grão que lhe dá um solo desolado. »
E dizia o «Estandarte»: «um ministério que assim procede, inspira um nojo genérico. Este governo não há-de cair, porque não é um edifício. Tem de sair com benzina, porque é uma nódoa!»
A escola, essa fonte pública, seca de instrução; as férteis campinas desoladas; as estradas que prometeis cobertas de pedregulhos e das lamas da incúria; as cadeias, esses depósitos do mal, transbordando e o pobre camponês que sucumbe ao peso dos impostos, regando com lágrimas o grão que lhe dá um solo desolado. »
E dizia o «Estandarte»: «um ministério que assim procede, inspira um nojo genérico. Este governo não há-de cair, porque não é um edifício. Tem de sair com benzina, porque é uma nódoa!»
O Conde de Abranhos , Eça de Queiroz, claro.
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Maria do Carmo
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segunda-feira, janeiro 02, 2012
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O madeiro de Natal
E mais uma vez este ano rumei até terras da Beira Baixa, Pedrogão de S. Pedro e fui passar a noite de Consoada junto aos madeiros.
Fiz um périplo pelas aldeias vizinhas, porque o da aldeia da minha mãe foi aceso às 16h30.
Novas modas que pedem que agora os Bombeiros estejam presentes em quase todos os acendimentos de madeiros, porque a malta, desejosa de os ver arder, regam as madeiras com litros de gasolina, tentando obter a maior chama possível. E depois lá têm de andar os Bombeiros a correr as aldeias para evitar o pior. Antigamente, o madeiro era aceso ao cair da noite.
Mas que é algo sempre bonito de ver, não há dúvidas. E por isso aqui deixo a recordação, com votos de que todos os que me visitam tenham tido um Bom Natal!
Este é o madeiro de Pedrogão de S. Pedro.
E este é o madeiro de Penamacor, muito falado este ano, e que é o único que é aceso de 23 para 24 de Dezembro.
O madeiro da Aldeia do Bispo, algumas horas antes de ficar rodeado de gente, que espera no adro da igreja pela restante família, que lá dentro assiste à missa do Galo, agora às 22h00, porque como dizia uma senhora "o padre também quer descansar..."
Boas Festas!!!
Fiz um périplo pelas aldeias vizinhas, porque o da aldeia da minha mãe foi aceso às 16h30.
Novas modas que pedem que agora os Bombeiros estejam presentes em quase todos os acendimentos de madeiros, porque a malta, desejosa de os ver arder, regam as madeiras com litros de gasolina, tentando obter a maior chama possível. E depois lá têm de andar os Bombeiros a correr as aldeias para evitar o pior. Antigamente, o madeiro era aceso ao cair da noite.
Mas que é algo sempre bonito de ver, não há dúvidas. E por isso aqui deixo a recordação, com votos de que todos os que me visitam tenham tido um Bom Natal!
Este é o madeiro de Pedrogão de S. Pedro.
E este é o madeiro de Penamacor, muito falado este ano, e que é o único que é aceso de 23 para 24 de Dezembro.
O madeiro da Aldeia do Bispo, algumas horas antes de ficar rodeado de gente, que espera no adro da igreja pela restante família, que lá dentro assiste à missa do Galo, agora às 22h00, porque como dizia uma senhora "o padre também quer descansar..."
Boas Festas!!!
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segunda-feira, dezembro 26, 2011
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Boas Festas!!
E pronto, mais uma vez a minha dona me fez destas.
Vai de férias de Natal e lá tenho eu de ficar por aqui e desejar a todos um Feliz Natal e um Bom Ano Novo. E mais uma vez eu o faço, porque até gosto e faço-o também em meu nome, Belchior, e dos meus amigos gatos: Rita, Sofia e Bruno.
Vai de férias de Natal e lá tenho eu de ficar por aqui e desejar a todos um Feliz Natal e um Bom Ano Novo. E mais uma vez eu o faço, porque até gosto e faço-o também em meu nome, Belchior, e dos meus amigos gatos: Rita, Sofia e Bruno.
BOM NATAL!!!!
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segunda-feira, dezembro 19, 2011
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Na mouche!
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sexta-feira, dezembro 16, 2011
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A Lenda da Costureirinha
Isto as conversas são como as cerejas, e hoje deu-nos aqui para falarmos de fantasmas e lendas. Recordei a lenda da Costureirinha e claro que logo surgiram algumas versões diferentes. Uma das pessoas dizia que ela era de Campo de Ourique, outra que era de Cuba.
Quem não se lembra de ouvir os pais e vizinhos falar da costureirinha? Eu recordo-me bem e quase, quase que jurava que em alguma vez ouvi a sua máquina nas paredes da casa...
Aqui fica uma das versões encontradas na Internet:
«O que se ouvia, então? Segundo diversos testemunhos, ouvia-se distintamente o som de uma máquina de costura, das antigas, de pedal, assim como o cortar de uma linha e até mesmo, segundo alguns relatos, o som de uma tesoura a ser pousada. Um trabalho de costura, portanto. O som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa: cozinha, quarto de dormir, a casa de fora, e até mesmo de alpendres. De tal modo era familiar a sua presença nos lares alentejanos que não infundia medo. Era a costureirinha.
Quem não se lembra de ouvir os pais e vizinhos falar da costureirinha? Eu recordo-me bem e quase, quase que jurava que em alguma vez ouvi a sua máquina nas paredes da casa...
Aqui fica uma das versões encontradas na Internet:
«O que se ouvia, então? Segundo diversos testemunhos, ouvia-se distintamente o som de uma máquina de costura, das antigas, de pedal, assim como o cortar de uma linha e até mesmo, segundo alguns relatos, o som de uma tesoura a ser pousada. Um trabalho de costura, portanto. O som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa: cozinha, quarto de dormir, a casa de fora, e até mesmo de alpendres. De tal modo era familiar a sua presença nos lares alentejanos que não infundia medo. Era a costureirinha.
Mas quem era ela? Afirma a tradição que se tratava de uma costureira que, em vida, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando, portanto, o dia sagrado. É esta a versão mais conhecida no Alentejo. Outra versão afirma que a costureirinha não cumprira uma promessa feita a S. Francisco. Esta última versão aparece referenciada num exemplar do Diário de Notícias do ano 1914 em notícia oriunda de aldeias do Ribatejo. Pelo não cumprimento dos seus deveres religiosos, a costureirinha for a condenada, após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir.
No fundo, a costureirinha é uma alma penada que expia os seus pecados, de acordo com a crença que os pecados do mundo, o desrespeito pelas coisas sagradas e, nomeadamente, o não cumprimento de promessas feitas a Deus ou aos Santos podiam levar à errância, depois da morte.»
Já não se houve, agora, a costureirinha?
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Maria do Carmo
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quarta-feira, dezembro 14, 2011
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Ainda há Natal!
Nestes dias raramente choro, mas um gesto de um colaborador do «Comércio», com uma pequena oferta que nos deixou aqui na redacção há minutos, levou-me às lágrimas.
Obrigado Senhor Gregório José pelo seu reconhecimento para com o nosso trabalho e a nossa luta!
Afinal, ainda há Pai Natal!
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Maria do Carmo
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terça-feira, dezembro 13, 2011
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