Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Se bu i kong, kong bu i se
Se bu i kong
kong bu i se
«A vida não é diferente do nada, o nada não é diferente da vida».
Oração fúnebre budista.
Depois de um fim-de-semana de trabalho, pouco descanso e algum mau humor, de uma sexta-feira com emoções à flor da pele por causa da Juju (os lenços de papel cá de casa levaram um rombo enorme), mas também de uma sobremesa chamada bomba de chocolate, feita pelas mãos de um amigo para ajudar a afastar as nuvens, deixo-vos no início desta semana com algo para reflectirmos.
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Maria do Carmo
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segunda-feira, março 26, 2012
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sexta-feira, 23 de março de 2012
JUJU
Já aqui falei mais do que uma vez da Internet e do seu poder, indiscutível. Tanto serve para os cobardes se sentirem homens, como para ajudar quem mais precisa.
Um exemplo disso são as ondas de solidariedade que todos os dias se vêm quer seja com pessoas quer seja com animais, e eu estou em especial ligada a estes.
Digam o que disserem, é aos patudinhos que devo quase todo o meu amor.
E hoje é o exemplo máximo disso.Um exemplo disso são as ondas de solidariedade que todos os dias se vêm quer seja com pessoas quer seja com animais, e eu estou em especial ligada a estes.
Digam o que disserem, é aos patudinhos que devo quase todo o meu amor.
No facebook faço parte de um grupo, os Donos dos Peludinhos no Petnet, o que começou por ser um site de donos de peludinhos e hoje é uma enorme comunidade. E como comunidade que somos, vivemos as alegrias e as tristezas de uns e de outros.
Nestes últimos dias temos todos acompanhado o caso da Juju, uma gatinha cuja dona faleceu à algum tempo atrás e que foi recolhida com uma irmã por outra senhora, que já tinha vários gatos, mas que arranjou espaço para mais estas duas meninas.
E o que temos acompanhado é o facto de a Juju estar doente.
Começou por vomitar, miar com dores, até que o veterinário chegou à conclusão mais benévola para a Juju, e marcou para hoje às 16h00 a sua partida.
O movimento de pessoas que esteve nesse momento online, e as outras que aos poucos vão chegando e deixando as suas mensagens aos donos, é algo absolutamente incrível.
E isto quererá dizer alguma coisa.
Por mim, posso dizer que já chorei hoje bastante, tudo por uma gata que nunca vi senão em foto, por uns donos que não conheço, mas com os quais me identifico pela dor da perda e da decisão que, felizmente até hoje, nunca tive de tomar.
Podem chamar-me o que quiserem, mas eu vou continuar a questionar: qual de vós que lê este post com um esgar de escárnio tem alguém que vos ame incondicionalmente em casa, que vos espere todos os dias com ansiedade, que vos recebe com manifestações de alegria, que se aconchega a vós quando estão tristes, tentando consolar-vos com um simples olhar?
Eu tenho. Chamam-se Belchior, Rita, Bruno e Sofia.
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sexta-feira, março 23, 2012
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Limpar Portugal
Numa altura em que tanto se fala do limpar Portugal, não posso deixar de colocar aqui esta imagem que me enviaram.
A cidania no seu melhor, que cabe a todos, por isso ajude a limpar a sua freguesia este ano.
A cidania no seu melhor, que cabe a todos, por isso ajude a limpar a sua freguesia este ano.
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sexta-feira, março 23, 2012
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Piquetes
Tenho uma enorme curiosidade em saber se amanhã, a partir das 9h30, iremos ver estes coletes junto ao Rio Sul Shopping, ao Fórum Almada, ao Barreiro Retail Park, ao Colombo, enfim, percebem o que quero dizer.
Ou será que os grevistas de amanhã vão vestir comodamente as suas fatiotas de consumidores e aproveitarem a folgazinha para fazerem comodamente as suas compras para a Páscoa?
Ironias à parte, digam-me apenas se os mesmos piquetes de greve agora à porta da Câmara Municipal de Oeiras, estarão amanhã à porta dos Jerónimos Martins e CIA.
Só preciso que me digam que sim para me terem como ferverosa apoiante destas greves, embora continue a dizer que as mesmas deviam ser feitas à porta dos respectivos locais de trabalho, durante todo o horário de serviço. Mas já que não posso pedir tanto, terei eu o bónus de ver os que de todas as formas apelam à greve, lembrar-se amanhã daqueles que não se podem dar ao luxo de a fazer, quando estiverem na fila da caixa do Pingo Doce, do Jumbo ou do Continente?
Ou será que os grevistas de amanhã vão vestir comodamente as suas fatiotas de consumidores e aproveitarem a folgazinha para fazerem comodamente as suas compras para a Páscoa?
Ironias à parte, digam-me apenas se os mesmos piquetes de greve agora à porta da Câmara Municipal de Oeiras, estarão amanhã à porta dos Jerónimos Martins e CIA.
Só preciso que me digam que sim para me terem como ferverosa apoiante destas greves, embora continue a dizer que as mesmas deviam ser feitas à porta dos respectivos locais de trabalho, durante todo o horário de serviço. Mas já que não posso pedir tanto, terei eu o bónus de ver os que de todas as formas apelam à greve, lembrar-se amanhã daqueles que não se podem dar ao luxo de a fazer, quando estiverem na fila da caixa do Pingo Doce, do Jumbo ou do Continente?
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Maria do Carmo
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quarta-feira, março 21, 2012
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segunda-feira, 19 de março de 2012
«Filho és...»
Já aqui falei do dia do pai, e do meu pai. A nossa relação não foi fácil, devido aos feitios demasiado iguais e a outras 'questões'. No entanto, a ele e a todos os pais que conheço, não queria deixar de fazer aqui a minha homenagem, não deixando de vos lembrar, a vós pais de hoje, que os vossos filhos são os homens e pais de amanhã.
«Filho és, pai serás, como fizeres, assim acharás».
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segunda-feira, março 19, 2012
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quinta-feira, 15 de março de 2012
SPORTIIIIIIIIIIIIIIIIIIINNNNNNG!!!
Não resisto, não resisto, não resisto!!!
Depois de 90 e tal minutos de esforço deste coração verde, tenho de gritar
SPORTIIIIIIIINNNNNGGGGG!!!
E aqueles últimos quatro segundos... bolas!!!!
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Maria do Carmo
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quinta-feira, março 15, 2012
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quarta-feira, 14 de março de 2012
To dream the impossible dream
Esta é a minha canção de vida, desde que já lá vão algumas dezenas de anos, vi o filme com Sofia Lauren e Peter O'Toole.
Apaixonei-me pela canção, e pela letra, porque afinal, quem não luta pelo sonho impossível, não pode dizer que alguma vez tenha vivido a vida.
Esta versão de Elvis só a descobri recentemente, e embora ainda prefira a de Scott Bakula na série 'Quantum Leap', confesso que esta, cantada pelo Rei, é de arrepiar.
Agora aguardo ansiosamente que Filipe La Féria avance com a sua versão... a promessa já ficou feita pelo próprio!
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Maria do Carmo
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quarta-feira, março 14, 2012
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terça-feira, 13 de março de 2012
«Vamos lá empobrecer!»
Um texto fantástico da médica Isabel do Carmo, que me foi enviado por email e que traduz bem o que se vai passando por este jardinzinho...
«O primeiro-ministro anunciou que íamos empobrecer, com aquele desígnio de falar "verdade", que consiste na banalização do mal, para que nos resignemos mais suavemente. Ao lado, uma espécie de contabilista a nível nacional diz-nos, como é hábito nos contabilistas, que as contas são difíceis de perceber, mas que os números são crus. Os agiotas batem à porta e eles afinal até são amigos dos agiotas. Que não tivéssemos caído na asneira de empenhar os brincos, os anéis e as pulseiras para comprar a máquina de lavar alemã. E agora as jóias não valem nada. Mas o vendedor prometeu-nos que... Não interessa.
Vamos empobrecer. Já vivi num país assim. Um país onde os "remediados" só compravam fruta para as crianças e os pomares estavam rodeados de muros encimados por vidros de garrafa partidos, onde as crianças mais pobres se espetavam, se tentassem ir às árvores. Um país onde se ia ao talho comprar um bife que se pedia "mais tenrinho" para os mais pequenos, onde convinha que o peixe não cheirasse "a fénico". Não, não era a "alimentação mediterrânica", nos meios industriais e no interior isolado, era a sobrevivência.
Na terra onde nasci, os operários corticeiros, quando adoeciam ou deixavam de trabalhar vinham para a rua pedir esmola (como é que vão fazer agora os desempregados de "longa" duração, ou seja, ao fim de um ano e meio?). Nessa mesma terra deambulavam também pela rua os operários e operárias que o sempre branqueado Alfredo da Silva e seus descendentes punham na rua nos "balões" ("Olha, hoje houve um 'balão' na Cuf, coitados!").
Nesse país, os pobres espreitavam pelos portões da quinta dos Patiño e de outros, para ver "como é que elas iam vestidas".
Nesse país morriam muitos recém-nascidos e muitas mães durante o parto e após o parto. Mas havia a "obra das Mães" e fazia-se anualmente "o berço" nos liceus femininos onde se colocavam camisinhas, casaquinhos e demais enxoval, com laçarotes, tules e rendas e o mais premiado e os outros eram entregues a famílias pobres bem-comportadas (o que incluía, é óbvio, casamento pela Igreja).
Na terra onde nasci e vivi, o hospital estava entregue à Misericórdia. Nesse, como em todos os das Misericórdias, o provedor decidia em absoluto os desígnios do hospital. Era um senhor rural e arcaico, vestido de samarra, evidentemente não médico, que escolhia no catálogo os aparelhos de fisioterapia, contratava as religiosas e os médicos, atendia os pedidos dos administrativos ("Ó senhor provedor, preciso de comprar sapatos para o meu filho"). As pessoas iam à "Caixa", que dependia do regime de trabalho (ainda hoje quase 40 anos depois muitos pensam que é assim), iam aos hospitais e pagavam de acordo com o escalão. E tudo dependia da Assistência. O nome diz tudo. Andavam desdentadas, os abcessos dentários transformavam-se em grandes massas destinadas a operação e a serem focos de septicemia, as listas de cirurgia eram arbitrárias. As enfermarias dos hospitais estavam cheias de doentes com cirroses provocadas por muito vinho e pouca proteína. E generalizadamente o vinho era barato e uma "boa zurrapa".
E todos por todo o lado pediam "um jeitinho", "um empenhozinho", "um padrinho", "depois dou-lhe qualquer coisinha", "olhe que no Natal não me esqueço de si" e procuravam "conhecer lá alguém".
Na província, alguns, poucos, tinham acesso às primeiras letras (e últimas) através de regentes escolares, que elas próprias só tinham a quarta classe. Também na província não havia livrarias (abençoadas bibliotecas itinerantes da Gulbenkian), nem teatro, nem cinema.
Aos meninos e meninas dos poucos liceus (aquilo é que eram elites!) era recomendado não se darem com os das escolas técnicas. E a uma rapariga do liceu caía muito mal namorar alguém dessa outra casta. Para tratar uma mulher havia um léxico hierárquico: você, ó; tiazinha; senhora (Maria); dona; senhora dona e... supremo desígnio - Madame.
Os funcionários públicos eram tratados depreciativamente por "mangas-de-alpaca" porque usavam duas meias mangas com elásticos no punho e no cotovelo a proteger as mangas do casaco.
Eu vivi nesse país e não gostei. E com tudo isto, só falei de pobreza, não falei de ditadura. É que uma casa bem com a outra. A pobreza generalizada e prolongada necessita de ditadura. Seja em África, seja na América Latina dos anos 60 e 70 do século XX, seja na China, seja na Birmânia, seja em Portugal.»
«O primeiro-ministro anunciou que íamos empobrecer, com aquele desígnio de falar "verdade", que consiste na banalização do mal, para que nos resignemos mais suavemente. Ao lado, uma espécie de contabilista a nível nacional diz-nos, como é hábito nos contabilistas, que as contas são difíceis de perceber, mas que os números são crus. Os agiotas batem à porta e eles afinal até são amigos dos agiotas. Que não tivéssemos caído na asneira de empenhar os brincos, os anéis e as pulseiras para comprar a máquina de lavar alemã. E agora as jóias não valem nada. Mas o vendedor prometeu-nos que... Não interessa.
Vamos empobrecer. Já vivi num país assim. Um país onde os "remediados" só compravam fruta para as crianças e os pomares estavam rodeados de muros encimados por vidros de garrafa partidos, onde as crianças mais pobres se espetavam, se tentassem ir às árvores. Um país onde se ia ao talho comprar um bife que se pedia "mais tenrinho" para os mais pequenos, onde convinha que o peixe não cheirasse "a fénico". Não, não era a "alimentação mediterrânica", nos meios industriais e no interior isolado, era a sobrevivência.
Na terra onde nasci, os operários corticeiros, quando adoeciam ou deixavam de trabalhar vinham para a rua pedir esmola (como é que vão fazer agora os desempregados de "longa" duração, ou seja, ao fim de um ano e meio?). Nessa mesma terra deambulavam também pela rua os operários e operárias que o sempre branqueado Alfredo da Silva e seus descendentes punham na rua nos "balões" ("Olha, hoje houve um 'balão' na Cuf, coitados!").
Nesse país, os pobres espreitavam pelos portões da quinta dos Patiño e de outros, para ver "como é que elas iam vestidas".
Nesse país morriam muitos recém-nascidos e muitas mães durante o parto e após o parto. Mas havia a "obra das Mães" e fazia-se anualmente "o berço" nos liceus femininos onde se colocavam camisinhas, casaquinhos e demais enxoval, com laçarotes, tules e rendas e o mais premiado e os outros eram entregues a famílias pobres bem-comportadas (o que incluía, é óbvio, casamento pela Igreja).
Na terra onde nasci e vivi, o hospital estava entregue à Misericórdia. Nesse, como em todos os das Misericórdias, o provedor decidia em absoluto os desígnios do hospital. Era um senhor rural e arcaico, vestido de samarra, evidentemente não médico, que escolhia no catálogo os aparelhos de fisioterapia, contratava as religiosas e os médicos, atendia os pedidos dos administrativos ("Ó senhor provedor, preciso de comprar sapatos para o meu filho"). As pessoas iam à "Caixa", que dependia do regime de trabalho (ainda hoje quase 40 anos depois muitos pensam que é assim), iam aos hospitais e pagavam de acordo com o escalão. E tudo dependia da Assistência. O nome diz tudo. Andavam desdentadas, os abcessos dentários transformavam-se em grandes massas destinadas a operação e a serem focos de septicemia, as listas de cirurgia eram arbitrárias. As enfermarias dos hospitais estavam cheias de doentes com cirroses provocadas por muito vinho e pouca proteína. E generalizadamente o vinho era barato e uma "boa zurrapa".
E todos por todo o lado pediam "um jeitinho", "um empenhozinho", "um padrinho", "depois dou-lhe qualquer coisinha", "olhe que no Natal não me esqueço de si" e procuravam "conhecer lá alguém".
Na província, alguns, poucos, tinham acesso às primeiras letras (e últimas) através de regentes escolares, que elas próprias só tinham a quarta classe. Também na província não havia livrarias (abençoadas bibliotecas itinerantes da Gulbenkian), nem teatro, nem cinema.
Aos meninos e meninas dos poucos liceus (aquilo é que eram elites!) era recomendado não se darem com os das escolas técnicas. E a uma rapariga do liceu caía muito mal namorar alguém dessa outra casta. Para tratar uma mulher havia um léxico hierárquico: você, ó; tiazinha; senhora (Maria); dona; senhora dona e... supremo desígnio - Madame.
Os funcionários públicos eram tratados depreciativamente por "mangas-de-alpaca" porque usavam duas meias mangas com elásticos no punho e no cotovelo a proteger as mangas do casaco.
Eu vivi nesse país e não gostei. E com tudo isto, só falei de pobreza, não falei de ditadura. É que uma casa bem com a outra. A pobreza generalizada e prolongada necessita de ditadura. Seja em África, seja na América Latina dos anos 60 e 70 do século XX, seja na China, seja na Birmânia, seja em Portugal.»
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terça-feira, março 13, 2012
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segunda-feira, 12 de março de 2012
Para reflectir
Um ano depois (ontem) desta tragédia, não seria altura de nós, enquanto país costeiro, e nós, enquanto concelho ribeirinho, discutirmos formas de protecção das populações para algo tão horrendo quanto isto?
Afinal, o terramoto de 1755 não foi assim à tanto tempo...
Afinal, o terramoto de 1755 não foi assim à tanto tempo...
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Maria do Carmo
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segunda-feira, março 12, 2012
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segunda-feira, 5 de março de 2012
Trocaria um por cem
É um cliché, sei que é, mas quanto mais conheço as pessoas, posso dizer sem hesitar que mais gosto dos animais.
Os animais não mentem, não traiem, não vos causam desgostos nem preocupações.
Mesmo como o meu Belchior, que volta e meia se porta mal, tenho que desculpá-lo por ser aquilo que é, um animal.
Tenho de o desculpar se me preocupa e aflige porque foge para o meio da estrada, porque a culpa, em última análise, será sempre minha.
Como posso desculpar pessoas adultas, 'inteligentes', formadas, profissionais, e que mentem?
Que prejudicam os outros?
Que enganam?
Que roubam deliberadamente?
Afinal, nesta equação, quem é que é o «animal»?
Os animais não mentem, não traiem, não vos causam desgostos nem preocupações.
Mesmo como o meu Belchior, que volta e meia se porta mal, tenho que desculpá-lo por ser aquilo que é, um animal.
Tenho de o desculpar se me preocupa e aflige porque foge para o meio da estrada, porque a culpa, em última análise, será sempre minha.
Como posso desculpar pessoas adultas, 'inteligentes', formadas, profissionais, e que mentem?
Que prejudicam os outros?
Que enganam?
Que roubam deliberadamente?
Afinal, nesta equação, quem é que é o «animal»?
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Maria do Carmo
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segunda-feira, março 05, 2012
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