Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
sábado, 21 de julho de 2012
Obrigada!!!
Não tenho escrito aqui, o calor, a falta de tempo e alguma preguiça são os culpados.
Mas hoje, com a morte de uma bombeira em Abrantes, e com a situação catastrófica do país, não podia deixar de fazer esta homenagem.
Ainda por cima quando não faltam os apelos para que seja a população a ajudar os bombeiros de Tavira com bebida e alimentos, uma vez que, alegadamente, até um bar dessa cidade, recusou gelo aos soldados da paz.
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Maria do Carmo
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sábado, julho 21, 2012
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
Campera e Lennox
Nestes últimos dias, tive experiências únicas simplesmente através do meu perfil no facebook.
Já não falo nas discussões sobre as touradas, onde me tenho divertido imenso, e encontrado pessoas interessantes e mantido conversas interessantes até mesmo com pessoas que defendem touradas, e com as quais se pode conversar, mas também tenho visto do pior da nossa sociedade através de autênticas pitas borradas, com uma linguagem que faria corar as profissionais do Intendente.
Mas não é sobre isso que hoje escrevo.
A maior parte dos meus amigos facebookianos são pessoas que estimam e protegem os animais (felizmente o virtual também permite que se acabe com a «amizade» de imediato, logo que detectamos gentinha anormal, o que infelizmente nem sempre podemos fazer na «vida real»).
E são essas pessoas que formam reais correntes de amor e de luta.
Esta semana tivemos dois exemplos: a Campera e o Lennox.
Eram dois cães. Eram, porque morreram devido à estupidez do bicho-homem.
A Campera foi recolhida pela União Zoófila, que tudo tentou para salvar um animal extremamente maltratado, mas não conseguiram vencer a luta contra a morte.
O Lennox era um cão, que teve o azar de ser parecido com um pitt-bull num país tão retrógado que tem leis que proibem por completo esta raça, e depois de processos em tribunais, acabou por ser assassinado legalmente na Irlanda pelos "senhores" da Câmara de Belfast.
Estes dois casos foram seguidos por milhares de pessoas através das redes sociais.
E, segundo o Jornal de Notícias, a pressão sobre a Irlanda foi tal que já está previsto um bloqueio àquele país de batateiros.
Segui também a história destes dois animais e chorei, sim, chorei quando soube num dia da partida da Campera e no seguinte do assassinato do Lennox.
Sem esta coisa da internet e das redes sociais, muito possivelmente nunca teria sofrido por estes animais. Mas também não tinha encontrado tanta gente com o coração cheio de amor pelos patudos. Nem tido a noção de que este amor pode e vai mover montanhas e preconceitos.
Por isso, a todas essas pessoas, tenho orgulho de chamar Amigos.
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Maria do Carmo
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quinta-feira, julho 12, 2012
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Ensinar
No programa «Contra-Corrente» na Sic Noticias, discute-se a educação, e fala-se que ensinar é carolice.
Um amigo professor enviou-me à bocado a conversa que teve com um aluno pelo facebook.
Aqui fica:
Um amigo professor enviou-me à bocado a conversa que teve com um aluno pelo facebook.
Aqui fica:
§
Olá voce está cotente com nosco?
§
Olá! Claro que estou contente convosco. Vocês trabalharam imenso os dois
últimos anos, foram incansaveis! Tenho orgulho de ter sido vosso professor.
Deram dores de cabeça e gastaram a minha paciência mas foram uns alunos impecáveis.
Confesso-te que fiquei muito preocupado convosco quando vi o exame, porque era mesmo muito difícil. O exame da 2º chamada foi muito facíl. Se vocês tivessem feito esse exame aposto que quase todos teriam tido positiva.
Um abraço e boas férias
Deram dores de cabeça e gastaram a minha paciência mas foram uns alunos impecáveis.
Confesso-te que fiquei muito preocupado convosco quando vi o exame, porque era mesmo muito difícil. O exame da 2º chamada foi muito facíl. Se vocês tivessem feito esse exame aposto que quase todos teriam tido positiva.
Um abraço e boas férias
§
obrigadopara este ano voce cvai dar matematica com a nossa turma e vai para a escola?
§
ainda não sabemos como irá ser, mas irei estar na escola porque ainda tenho
que fazer mais uns meses de estágio na universidade.
§
eu tenho orgulho de ter um professor tao bom
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Maria do Carmo
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terça-feira, julho 10, 2012
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sábado, 7 de julho de 2012
De olhos em bico
Há coisas que me deixam mesmo de olhos em bico.
Nada tenho contra os chineses, aliás, acho que são pessoas ultra trabalhadoras, e quando se conhecem bem, excepcionais (minha querida e saudosa Ley, que tanto me ensinou sobre este povo, quando ainda tínhamos medo de ir a um restaurante chinês).
Mas não gosto particularmente das suas lojas, não me perguntem porquê.
No entanto, hoje, tive ocasião para rever algumas das minhas "condicionantes" neste campo.
Precisava de três coisitas simples: uma enxada (é verdade, vou virar-me para a agricultura, ehehehehe), uma lâmpada e uma lata de verniz para madeira (e também para a carpintaria, há que ocupar os tempos livres).
E como havia algumas coisas a fazer falta na dispensa, pensei: o melhor é ir a uma grande superfície onde vou encontrar tudo e deve ser mais barato. (Não é assim que pensamos todos??).
Rumei a uma grande superfície na Amora, e qual não é o meu espanto que os bens alimentares ali eram bem mais caros que no Aldi, onde sou cliente habitual. Ok, são de marca, dirão, e eu com isso? No Aldi compro a minha manteiga light e com pouco sal por 0,99 cêntimos, ao passo que ali a Flora é 1,49. Façam as contas.
Mas não é só por isso este meu desabafo.
Procurei o ancinho e o verniz e nada. Procurei também a lâmpada, baratinha, e o stock tinha acabado. Tudo bem, pensei, não são artigos que aqui tenham de ter, embora com a secção de bricolage e jardim.
Rumei então para uma grande superficie de bricolage. Pois aí nem ancinho e o verniz, bem, 7 euros por uma latinha onde nem cabia o pincel, no way Jose! Quanto à pequenina lâmpada, de 45volts, nérias. Só lâmpadas XPTO e um preço exorbitante.
Então fui a uma loja chinesa: ancinho, lâmpada e verniz comprados e com tudo não gastei 10 euros. E digam lá se não é para ficar de olhos em bico?
Certo que estes negócios, presumidamente, contam com apoios e isenções que os outros não contam, mas a minha carteira, nestes assuntos é que manda. E depois não querem que se diga que no «chinês» é que se encontra de tudo?
Nada tenho contra os chineses, aliás, acho que são pessoas ultra trabalhadoras, e quando se conhecem bem, excepcionais (minha querida e saudosa Ley, que tanto me ensinou sobre este povo, quando ainda tínhamos medo de ir a um restaurante chinês).
Mas não gosto particularmente das suas lojas, não me perguntem porquê.
No entanto, hoje, tive ocasião para rever algumas das minhas "condicionantes" neste campo.
Precisava de três coisitas simples: uma enxada (é verdade, vou virar-me para a agricultura, ehehehehe), uma lâmpada e uma lata de verniz para madeira (e também para a carpintaria, há que ocupar os tempos livres).
E como havia algumas coisas a fazer falta na dispensa, pensei: o melhor é ir a uma grande superfície onde vou encontrar tudo e deve ser mais barato. (Não é assim que pensamos todos??).
Rumei a uma grande superfície na Amora, e qual não é o meu espanto que os bens alimentares ali eram bem mais caros que no Aldi, onde sou cliente habitual. Ok, são de marca, dirão, e eu com isso? No Aldi compro a minha manteiga light e com pouco sal por 0,99 cêntimos, ao passo que ali a Flora é 1,49. Façam as contas.
Mas não é só por isso este meu desabafo.
Procurei o ancinho e o verniz e nada. Procurei também a lâmpada, baratinha, e o stock tinha acabado. Tudo bem, pensei, não são artigos que aqui tenham de ter, embora com a secção de bricolage e jardim.
Rumei então para uma grande superficie de bricolage. Pois aí nem ancinho e o verniz, bem, 7 euros por uma latinha onde nem cabia o pincel, no way Jose! Quanto à pequenina lâmpada, de 45volts, nérias. Só lâmpadas XPTO e um preço exorbitante.
Então fui a uma loja chinesa: ancinho, lâmpada e verniz comprados e com tudo não gastei 10 euros. E digam lá se não é para ficar de olhos em bico?
Certo que estes negócios, presumidamente, contam com apoios e isenções que os outros não contam, mas a minha carteira, nestes assuntos é que manda. E depois não querem que se diga que no «chinês» é que se encontra de tudo?
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Maria do Carmo
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sábado, julho 07, 2012
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Hipocrisia
Já sabem que sou contra as touradas. Não consigo conceber um espectáculo onde um animal indefeso é espetado e torturado para gáudio de uns quantos...
Pode até parecer um pouco de hipocrisia da minha parte, mas até aceitaria que se fizessem espectáculos de forcados ou de toureio a pé, sem a parte de se espetarem as bandarilhas.
Assim como não assisto a largadas, mas aí trata-se de um animal quase em igualdade de circunstância com homens.
Agora que me digam em defesa das touradas que estas são criadoras de emprego, precisamente uma pessoa do mesmo Governo que se está marimbando para as dezenas de empresas que fecham todos os dias e para os milhares de desempregados, isso é demais.
Deixo aqui o resumo da ANIMAL sobre a discussão da proposta das propostas do BE e do PEV (finalmente, este partido lembrou-se, ou quase, que ecologia também sifgnifia defesa dos animais) para a proibição da exibição de espectáculos tauromáquicos na televisão pública.
Como não poderia deixar de ser, devido aos lobbies que pagam milhares de euros em campanhas eleitorais a todos estes partidos, os mesmos não tiveram outro remédio senão chumbar também estas propostas de lei.
Primeira intervenção:
Catarina Martins – BE
- introdução: senciência
- as populações são sensíveis à protecção dos animais
- touradas têm um regime de excepção na actual lei de protecção
- Estudo do ISCTE e estudos em Espanha
- 80% da população 15-24 anos opõem-se às touradas
- a TVE não transmite touradas
- Catalunha e Astúrias não tem touradas
- Outros países América-latina
- Apresenta os dois PL, cita valores dados por algumas autarquias (Santarém, Castro Marim, Setúbal)
- A TVI e SIC se quiserem passar touradas terão que cumprir as regras
Cita Miguel Macedo - PSD (há 13 anos): É preciso tomar as preocupações de outros países em relação à idade mínima
______________________________ __________
Heloísa Apolónia – PEV
- “Os Verdes são pelo fim das touradas, mas não é isso que estamos aqui a discutir”.
- Não é a primeira vez na AR nem nesta legislatura que é discutida a questão das touradas
- O PEV viu o que era possível viabilizar
- O PL tem 2 objectivos: a lei de protecção dos animais diz que a touradas são lícitas – tem que ser alterado, tem que passar a ser ilícito e depois fazer um regime de excepções
- É um espectáculo violento – ninguém tem dúvidas disso
- Cita Teresa Caeiro – CDS-PP (em 2010) – “Aceitamos que se considere um espectáculo bárbaro e que incite à violência” – está nas actas da AR
- Vamos remeter as touradas para o sítio certo
- Os Verdes pedem para a Lei da TV para classificar para maiores de 18 anos, com todas as consequências: a partir de uma determinada hora e com bolinha vermelha
______________________________ __________
Sérgio Sousa Pinto - PS
- Os pontos de vista dos partidos que apresentam as PL são legítimos
- A tourada é milenar
- Os partidos não têm a sensibilidade para os pontos de vista diferentes
- Os PL são tributários de uma corrente de opinião – onde se prevalece os direitos dos animais em detrimentos da cultura
- Ao aceitar, o legislador assumiria que a tourada é bárbara e caminharia para a sua extinção
______________________________ __________
Odete Silva - PSD
- A tauromaquia é parte integrante do património material e imaterial
- é arte
- é o motor de economias locais
- 90% das praças fixas pertencem às Santas Casas
- cada tourada é organizada por 175 pessoas
- Existem 110 ganadarias que dão emprego a 370 pessoas
- criação de cavalos, confecção de trajes
- O BE ataca o ambiente rural, a caça e a pesca
- A caça tem 100 000 federados
- indica o número de federados na pesca
- 60% da população vê touradas na televisão
- A liberdade acaba…
- 1 povo que esquece as suas tradições não existe
______________________________ __________
Paulo Sá – PCP
- As leis de protecção dos animais são exigentes mas não há meios técnicos e humanos
- tem que se apostar na fiscalização
- não só aos animais domésticos
- O PCP entende não ser acertado proibir as touradas
______________________________ __________
Margarida Neto – CDS-PP
- Os PL são todos diferentes todos iguais – têm os mesmos limites das liberdades
- Os estudos citados nunca ninguém os leu, nem os comprovou
- Telecomando e zapping
- A última tourada que passou na RTP teve mais espectadores que o BE teve em votantes nas últimas eleições
(muita risota e olés)
______________________________ __________
Pedro Delgado – PS
- É uma assunto que causa muita discussão, mesmo dentro dos blocos parlamentares
- É contrário ao que o colega disse (Sérgio Sousa Pinto)
- O que está em causa é o apoio público
______________________________ __________
Catarina Martins - BE
- Não se espanta com o que ouviu, vindo de quem acabou com os feriados e reduziu a cultura a uma anedota
- Não leram os PL, o BE não pede a proibição das touradas, mas sim os meios públicos para as touradas
- pede para que a lei da TV seja actualizada
- “não seja cínicos, querem dinheiro para as touradase nós achamos que não pode ser, é isto que está em cima da mesa”
______________________________ __________
Heloísa Apolónia – PEV
- para Margarida neto – está cega e virou-se para o lado errado (PEV)
- CDS-PP não apresentou nada para a lei da TV relacionada com os menores e o PEV sim
- Se a liberdade acaba no telecomando, a deputada acabou de assumir que não há restrições à programação
- “agora venha apresentar um PL para acabar com as restrições, digo-lhe já que os Verdes votam contra”
Pode até parecer um pouco de hipocrisia da minha parte, mas até aceitaria que se fizessem espectáculos de forcados ou de toureio a pé, sem a parte de se espetarem as bandarilhas.
Assim como não assisto a largadas, mas aí trata-se de um animal quase em igualdade de circunstância com homens.
Agora que me digam em defesa das touradas que estas são criadoras de emprego, precisamente uma pessoa do mesmo Governo que se está marimbando para as dezenas de empresas que fecham todos os dias e para os milhares de desempregados, isso é demais.
Deixo aqui o resumo da ANIMAL sobre a discussão da proposta das propostas do BE e do PEV (finalmente, este partido lembrou-se, ou quase, que ecologia também sifgnifia defesa dos animais) para a proibição da exibição de espectáculos tauromáquicos na televisão pública.
Como não poderia deixar de ser, devido aos lobbies que pagam milhares de euros em campanhas eleitorais a todos estes partidos, os mesmos não tiveram outro remédio senão chumbar também estas propostas de lei.
Primeira intervenção:
Catarina Martins – BE
- introdução: senciência
- as populações são sensíveis à protecção dos animais
- touradas têm um regime de excepção na actual lei de protecção
- Estudo do ISCTE e estudos em Espanha
- 80% da população 15-24 anos opõem-se às touradas
- a TVE não transmite touradas
- Catalunha e Astúrias não tem touradas
- Outros países América-latina
- Apresenta os dois PL, cita valores dados por algumas autarquias (Santarém, Castro Marim, Setúbal)
- A TVI e SIC se quiserem passar touradas terão que cumprir as regras
Cita Miguel Macedo - PSD (há 13 anos): É preciso tomar as preocupações de outros países em relação à idade mínima
______________________________
Heloísa Apolónia – PEV
- “Os Verdes são pelo fim das touradas, mas não é isso que estamos aqui a discutir”.
- Não é a primeira vez na AR nem nesta legislatura que é discutida a questão das touradas
- O PEV viu o que era possível viabilizar
- O PL tem 2 objectivos: a lei de protecção dos animais diz que a touradas são lícitas – tem que ser alterado, tem que passar a ser ilícito e depois fazer um regime de excepções
- É um espectáculo violento – ninguém tem dúvidas disso
- Cita Teresa Caeiro – CDS-PP (em 2010) – “Aceitamos que se considere um espectáculo bárbaro e que incite à violência” – está nas actas da AR
- Vamos remeter as touradas para o sítio certo
- Os Verdes pedem para a Lei da TV para classificar para maiores de 18 anos, com todas as consequências: a partir de uma determinada hora e com bolinha vermelha
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Sérgio Sousa Pinto - PS
- Os pontos de vista dos partidos que apresentam as PL são legítimos
- A tourada é milenar
- Os partidos não têm a sensibilidade para os pontos de vista diferentes
- Os PL são tributários de uma corrente de opinião – onde se prevalece os direitos dos animais em detrimentos da cultura
- Ao aceitar, o legislador assumiria que a tourada é bárbara e caminharia para a sua extinção
______________________________
Odete Silva - PSD
- A tauromaquia é parte integrante do património material e imaterial
- é arte
- é o motor de economias locais
- 90% das praças fixas pertencem às Santas Casas
- cada tourada é organizada por 175 pessoas
- Existem 110 ganadarias que dão emprego a 370 pessoas
- criação de cavalos, confecção de trajes
- O BE ataca o ambiente rural, a caça e a pesca
- A caça tem 100 000 federados
- indica o número de federados na pesca
- 60% da população vê touradas na televisão
- A liberdade acaba…
- 1 povo que esquece as suas tradições não existe
______________________________
Paulo Sá – PCP
- As leis de protecção dos animais são exigentes mas não há meios técnicos e humanos
- tem que se apostar na fiscalização
- não só aos animais domésticos
- O PCP entende não ser acertado proibir as touradas
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Margarida Neto – CDS-PP
- Os PL são todos diferentes todos iguais – têm os mesmos limites das liberdades
- Os estudos citados nunca ninguém os leu, nem os comprovou
- Telecomando e zapping
- A última tourada que passou na RTP teve mais espectadores que o BE teve em votantes nas últimas eleições
(muita risota e olés)
______________________________
Pedro Delgado – PS
- É uma assunto que causa muita discussão, mesmo dentro dos blocos parlamentares
- É contrário ao que o colega disse (Sérgio Sousa Pinto)
- O que está em causa é o apoio público
______________________________
Catarina Martins - BE
- Não se espanta com o que ouviu, vindo de quem acabou com os feriados e reduziu a cultura a uma anedota
- Não leram os PL, o BE não pede a proibição das touradas, mas sim os meios públicos para as touradas
- pede para que a lei da TV seja actualizada
- “não seja cínicos, querem dinheiro para as touradase nós achamos que não pode ser, é isto que está em cima da mesa”
______________________________
Heloísa Apolónia – PEV
- para Margarida neto – está cega e virou-se para o lado errado (PEV)
- CDS-PP não apresentou nada para a lei da TV relacionada com os menores e o PEV sim
- Se a liberdade acaba no telecomando, a deputada acabou de assumir que não há restrições à programação
- “agora venha apresentar um PL para acabar com as restrições, digo-lhe já que os Verdes votam contra”
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Maria do Carmo
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sexta-feira, julho 06, 2012
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domingo, 1 de julho de 2012
Grande Mafalda!
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Maria do Carmo
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domingo, julho 01, 2012
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Dois pesos e duas medidas?
Estes últimos dias foram os jornalistas que fizeram de notícia. Normalmente do lado de lá das câmaras ou dos jornais, agora fazem a 1.ª página.
Por um lado, temos o caso de Miguel Relvas/ERC/Público.
A minha opinião sobre a Entidade Reguladora da Comunicação Social não é das melhores. Tenho várias razões para esta afirmação, desde decisões completamente aberrantes, até à falta de profissionalismo que se sente neste órgão, do secretariado aos «juristas»...
Só um pequeno exemplo: quando um órgão de comunicação ali registado altera a morada, tem de informar a ERC, e pagar um emolumento de 10,90 euros. De todas as vezes que o fiz, sempre pedi a emissão de uma factura, como decreta a lei. Nunca as recebi.
Adiante.
Temos então o caso Relvas, onde esta "Reguladora" ilibou um ministro das acusações de ter ameaçado divulgar a vida pessoal de uma jornalista do Público que acompanhava o caso das secretas e de ter ameaçado o jornal com um “blackout” por parte de todos os membros do governo.
No meu ponto de vista, a "Reguladora" deixa uma mensagem clara para os jornalistas que passem pelo mesmo: "Não se metam com quem está no poder, porque não podem contar connosco."
Por outro lado, temos o caso do deputado Ricardo Rodrigues, que "retirou" (digamo-lo assim) os gravadores de dois jornalistas em plena entrevista, que foi hoje condenado a uma pena de multa de 4950 euros. Um caso que remonta a Abril de 2010, o que diz muito sobre a celeridade da nossa Justiça.
Perguntas:
Se o partido de Ricardo Rodrigues estivesse no Governo, a condenação seria diferente?
Se o partido de Miguel Relvas não estivesse no Governo, a "Reguladora" teria actuado de outra forma?
A minha resposta: Acredito que sim.
Por um lado, temos o caso de Miguel Relvas/ERC/Público.
A minha opinião sobre a Entidade Reguladora da Comunicação Social não é das melhores. Tenho várias razões para esta afirmação, desde decisões completamente aberrantes, até à falta de profissionalismo que se sente neste órgão, do secretariado aos «juristas»...
Só um pequeno exemplo: quando um órgão de comunicação ali registado altera a morada, tem de informar a ERC, e pagar um emolumento de 10,90 euros. De todas as vezes que o fiz, sempre pedi a emissão de uma factura, como decreta a lei. Nunca as recebi.
Adiante.
Temos então o caso Relvas, onde esta "Reguladora" ilibou um ministro das acusações de ter ameaçado divulgar a vida pessoal de uma jornalista do Público que acompanhava o caso das secretas e de ter ameaçado o jornal com um “blackout” por parte de todos os membros do governo.
No meu ponto de vista, a "Reguladora" deixa uma mensagem clara para os jornalistas que passem pelo mesmo: "Não se metam com quem está no poder, porque não podem contar connosco."
Por outro lado, temos o caso do deputado Ricardo Rodrigues, que "retirou" (digamo-lo assim) os gravadores de dois jornalistas em plena entrevista, que foi hoje condenado a uma pena de multa de 4950 euros. Um caso que remonta a Abril de 2010, o que diz muito sobre a celeridade da nossa Justiça.
Perguntas:
Se o partido de Ricardo Rodrigues estivesse no Governo, a condenação seria diferente?
Se o partido de Miguel Relvas não estivesse no Governo, a "Reguladora" teria actuado de outra forma?
A minha resposta: Acredito que sim.
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quarta-feira, junho 27, 2012
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
Palhaçada do futebol
Podem até dizer que é um escape para tanta porcaria, mas acho que o escape que isto precisava era tomarmos as decisões sobre a nossa vida e o nosso futuro nas nossas mãos e não esperarmos sejam os outros, que supostamente elegemos em liberdade e democracia, que decidam por nós.
Há pessoas com fome, pessoas sem emprego, pessoas que não têm possibilidade de colocar os filhos a estudar nem no secundário (já nem se falo na Universidade), pessoas que têm de emigrar e têm de deixar para trás familia e até animais de estimação em canis, pessoas que perdem as suas casas, negócios familiares que fecham, sonhos perdidos.
E depois ver os mesmos que todos os dias se queixam disso tudo, delirar por meia dúzia de grunhos que tratam o presidente da República por você e ganham milhões, a correr atrás de uma bola, deixa-me piursa.
Não me venham com sonhos, com mostrar ao mundo que somos bons, com conversas fiadas. Querem protestos? Era pedir contas de quanto se gastou com a ida e estadia dos meninos para lá, em hóteis de dez estrelas, tratados como reis.
É que o país tem também centenas de jovens que são atletas, que conquistam títulos e medalhas, e que têm de pagar até a inscrição nas provas, do seu bolso, ou do dos pais.
Mas voltámos ao Fado, a Fátima, e ao Futebol. E ainda dizem mal dos tempos da «velha senhora»...
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Maria do Carmo
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domingo, 17 de junho de 2012
Dia Mundial do Dador de Sangue
Celebra-se hoje, 17 de Junho, uma data importantíssima a
nível mundial, o Dia do Dador de Sangue, bem como os 25 anos da Associação de
Dadores Benévolos de Sangue do Concelho do Seixal.
Sendo dadora de sangue desde os meus 18 anos,
interruptamente, este é um dia que me toca de forma especial.
Um dador de sangue não é um herói, não arrisca a vida, não é um ser super. É um cidadão comum.
Mas um cidadão que sabe no seu íntimo que um pequeno gesto pode ajudar a mudar a vida de muitos outros seres humanos. Um pequeno gesto do qual não se gaba, do qual não espera obter quaisquer dividendos.
Um dador de sangue não é um herói, não arrisca a vida, não é um ser super. É um cidadão comum.
Mas um cidadão que sabe no seu íntimo que um pequeno gesto pode ajudar a mudar a vida de muitos outros seres humanos. Um pequeno gesto do qual não se gaba, do qual não espera obter quaisquer dividendos.
Um gesto que sente ser necessário realizar para nos
sentirmos de bem com a vida.
Dar um pouco de nós a todos os que nos rodeiam devia ser
algo inato, e não algo que necessite de ser celebrado e exaltado. Infelizmente não
é assim, e por isso uma homenagem, recordando todos os que fazem esse pequeno gesto,
é sempre bem vinda.
Nenhum dador pede nada em troca. Nada a não ser respeito.
Infelizmente, este ano a data marca a falta de respeito para
com os dadores. E de duas formas distintas.
Por um lado temos um Governo que retirou aos dadores aquela pequeníssima
«atenção» que nos fazia sentir que existia um reconhecimento pelo tal pequeno
gesto.
Retirar a isenção aos dadores nas taxas moderadoras, quando
milhares de outras pessoas ficam isentas «só porque»… é de uma enorme falta de
respeito. Os dadores são pessoas saudáveis, não andam todos os dias a usar o
Serviço Nacional de Saúde ou os Hospitais para pesarem assim tanto nas contas
como isentos.
Não será este o motivo para que deixemos de fazer esse
pequeno gesto, até porque os prejudicados não seriam quem toma estas decisões, porque
esses nem que tenham de importar sangue, estarão sempre servidos.
Mas acredito que nos corações de muitos dadores, num ponto
muito remoto, a vontade que temos, quando ouvimos os apelos histéricos que as
televisões passam, é de dizer «Agora chamem ao Hospital o senhor Passos Coelho
e CIA!».
Falando em televisões, esse é o segundo ponto desta falta de respeito.
Na Torre da Marinha teve lugar uma enorme festa com
associações de dadores de todo o país, e a formação de uma gota de sangue
humana. Uma ocasião que devia ter o destaque devido na comunicação social nacional, tal como referiu o
vice-presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos durante o seu discurso.
No entanto, na altura dos discursos, não se via por ali
nenhuma televisão, não foi feito nenhum directo nem nenhum dos espectáculos com
animadores nacionais. Não, os olhares das televisões estão fixados noutros pontos do país, nas suas
«Maravilhas», no seu «Coração» ou no jogo de futebol, mas não na homenagem aos dadores que foi feita
no concelho.
Aqui não posso deixar de «mandar a minha boca».
Afinal, temos uma autarquia que aposta forte em publicidade nos meios de comunicação social nacionais, onde publicita eventos, festivais e festas. Mas depois, na hora da divulgação, são os meios locais, pequeninos e até desprezados nas contas e na atribuição de publicidade que lá estão, que transmitem os factos, que os imortalizam.
Afinal, temos uma autarquia que aposta forte em publicidade nos meios de comunicação social nacionais, onde publicita eventos, festivais e festas. Mas depois, na hora da divulgação, são os meios locais, pequeninos e até desprezados nas contas e na atribuição de publicidade que lá estão, que transmitem os factos, que os imortalizam.
No entanto, hoje o dia foi de festa, de festa para centenas
de pessoas que são lembradas uma vez por ano pelo tal pequeno gesto que fazem e
que na verdade, salva vidas.
Gesto que todos continuaremos a fazer, independentemente das barreiras que se levantem, porque em primeiro lugar estará sempre o bem estar do próximo.
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Maria do Carmo
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domingo, junho 17, 2012
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
Último dia de aulas... este ano lectivo!!!
O meu obrigado a todos pela experiência maravilhosa porque me fizeram passar enquanto tentei passar alguns dos meus conhecimentos e aprendi muitissimo com todos!!!
E obrigada pelas lindissimas orquídias!!

E obrigada pelas lindissimas orquídias!!
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Maria do Carmo
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sexta-feira, junho 15, 2012
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