1.ª questão: quem colocou ali o cravo?
2.ª questão: quando é que vão considerar estado de emergência?
3.ª questão: não se esqueçam de desligar o alarme antes de quebrar o vidro.
Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Os cravos...
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Maria do Carmo
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terça-feira, abril 23, 2013
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
Ainda acreditamos na liberdade?
Estamos a dias de celebrar mais um aniversário da Revolução dos Cravos. A tal revolução que trouxe a liberdade a Portugal.
A liberdade de expressão, a liberdade de manifestação, a liberdade de reunião.
A mesma liberdade que já não temos. Mas que muitos, mesmo muitos, continuam a não querer ver.
Isto foi hoje, à porta do Hotel Ritz, em Lisboa.
Artigo 45.º
Direito de reunião e de manifestação
1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.
2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.
A liberdade de expressão, a liberdade de manifestação, a liberdade de reunião.
A mesma liberdade que já não temos. Mas que muitos, mesmo muitos, continuam a não querer ver.
Isto foi hoje, à porta do Hotel Ritz, em Lisboa.
Artigo 45.º
Direito de reunião e de manifestação
1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.
2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.
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quarta-feira, abril 17, 2013
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
E quem é que não falou deste hoje?
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Maria do Carmo
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sexta-feira, abril 05, 2013
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terça-feira, 19 de março de 2013
Começar de novo?
Não sou muito fã de novelas, mas lembro-me que uma das
centenas que passaram na nossa televisão tinha uma música de abertura chamada
«Começar de Novo», e que a letra era qualquer coisa como «começar de novo, vai
valer a pena». Este pode ser um bom princípio em certas ocasiões. No
entanto, parece que há quem pense que basta deixar correr as águas do tempo
para que o passado fique apagado como se por ele se passasse uma esponja. Infelizmente, ou felizmente, não é assim. E isso é ainda
mais evidente no campo da internet, onde qualquer coisinha que um dia tenhamos
postado, fica por ali para todo o sempre. No entanto também há coisas, situações e acontecimentos que
não precisam das memórias hertezianas para serem recordados. Estão gravados em nós. De tal ordem que quando as memórias ressurgem, nem é preciso
procurar muito fundo para termos à mão as recordações dos factos.
À mão ou via internet, que para estas coisas dá um jeitão enorme. Mesmo quando há quem tente apagar essas memórias, convencido que assim irá ressurgir qual virgem pura aos olhos dos incautos. Mas, como costumo dizer, eu não esqueço nem perdoo.
P.S. Um feliz dia do Pai a quem parar por aqui alguns segundos a ler o que escrevo. O meu pai já partiu há vinte anos, mas ainda guardo todos os seus ensinamentos. À mão ou via internet, que para estas coisas dá um jeitão enorme. Mesmo quando há quem tente apagar essas memórias, convencido que assim irá ressurgir qual virgem pura aos olhos dos incautos. Mas, como costumo dizer, eu não esqueço nem perdoo.
Um dos quais foi o de que «o medo é do tamanho que o fazemos».
E este pequeno dito fez-me ter, desde que me lembro, coragem para enfrentar o mundo.
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terça-feira, março 19, 2013
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domingo, 17 de março de 2013
Graffitados
Por vezes, venho a este meu cantinho com um tema concreto ou uma história para escrever.
Outras, olho para a tela em branco, e apetece-me deixá-la assim.
Podia usar a falta de tempo para esta preguiça, mas não é verdade porque o tempo passado no sofá até tem sido bastante.
E depois ouve-se algo como o que Herman José dizia na RTP1 sobre os graffitis e a peça que passou no telejornal comparando isto com 'o gás que se for canalizado é uma coisa excelente, mas se escapar ou não for utilizado pode ser uma catástrofe'.
Isto para dizer que se as autarquias apostarem em canalizar um certo tipo de pessoas a fazerem graffitis em locais específicos, podem acabar com os horríveis tags que vemos por aí.
De certo modo concordo, prefiro ver um muro pintado com uma certa arte, do que escrevinhado. Mas ver sempre o mesmo muro a ser repintado ano após ano num género de concurso de graffitis também não é solução, até porque embora seja uma ideia interessante, para este concurso não vêm os tais miúdos de rua mas antes artistas convidados.
No entanto, esse tipo de atitude das autarquias iria terminar com os meninos que se divertem a destruir propriedade pública e privada? Não.
Isso acabaria se as forças de segurança ou os cidadãos que vissem algo assim tivessem poder para pôr nas mãos dos meninos uma escova de dentes e líxivia e os obrigassem a apagar assim os seus «desenhos».
Até lá vamos vendo coisas bem horrorosas por aí.
P.S. - A foto é retirada da internet, pelo que não sei se ainda está assim mas se calhar aqui fica a proposta para aquela «estátua» poder receber a obra de algum verdadeiro artista de graffiti.
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domingo, março 17, 2013
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Mulheres
Confesso que sou céptica em relação ao Dia Internacional da Mulher, porque o ideal seria que não fosse necessário.
Infelizmente, em pleno século XXI, destacar e alertar para a situação da mulher é cada vez mais necessário.
A perda de direitos adquiridos, o aumento da violência contra as mulheres, o desemprego e a falta de possibilidade de até ser mãe, tudo isso são violações.
A um nível mais restrito, continuo a ver homens com atitudes machistas perante mulheres que têm algum poder.
Ainda custa a muitos homenzinhos que não possam levantar a mão ou dar um berro ou não ver a mulher que de uma qualquer forma se lhe opõe encolher-se de medo perante qualquer ameaça, como viam acontecer no seu lar de infância.
Na minha profissão, já me disseram um pouco de tudo. Na minha actual posição no jornal, pior ainda.
Mas como eu costumo dizer, para enfrentar esses homenzinhos basta mostrar-lhes, quando eles pensam estar a lidar com «meninas», que afinal estão a lidar com «gajas».
Como me dizia Teresa Nunes, presidente da Junta de Freguesia de Arrentela na entrevista para a edição do Dia Internacional da Mulher, "só participando na vida social é que as mulheres se podem libertar, lutar pelos seus direitos e sobretudo, despertar consciências."
Infelizmente, em pleno século XXI, destacar e alertar para a situação da mulher é cada vez mais necessário.
A perda de direitos adquiridos, o aumento da violência contra as mulheres, o desemprego e a falta de possibilidade de até ser mãe, tudo isso são violações.
A um nível mais restrito, continuo a ver homens com atitudes machistas perante mulheres que têm algum poder.
Ainda custa a muitos homenzinhos que não possam levantar a mão ou dar um berro ou não ver a mulher que de uma qualquer forma se lhe opõe encolher-se de medo perante qualquer ameaça, como viam acontecer no seu lar de infância.
Na minha profissão, já me disseram um pouco de tudo. Na minha actual posição no jornal, pior ainda.
Mas como eu costumo dizer, para enfrentar esses homenzinhos basta mostrar-lhes, quando eles pensam estar a lidar com «meninas», que afinal estão a lidar com «gajas».
Como me dizia Teresa Nunes, presidente da Junta de Freguesia de Arrentela na entrevista para a edição do Dia Internacional da Mulher, "só participando na vida social é que as mulheres se podem libertar, lutar pelos seus direitos e sobretudo, despertar consciências."
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Mesmo...
"Mr. Spock, the women on your planet are logical. That's the only planet in the
galaxy that can make that claim."
Captain Kirk
Se os homens entendessem isso, Kirk, se realmente os homens entendessem isso...
Captain Kirk
Se os homens entendessem isso, Kirk, se realmente os homens entendessem isso...
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quinta-feira, fevereiro 28, 2013
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Uma grande verdade
Com 41 anos, já tivemos tempo de aprender muita coisa, de ver e ouvir muita coisa e de amar e odiar muita coisa.
Da minha parte tenho tentado ligar ao que realmente importa e deixar para trás de mim os «pesos» que me arrastam ao fundo.
Mas realmente tenho aprendido que, à semelhança do que dizia o meu pai sobre o medo, 'que é do tamanho que a gente o faz', assim também são os problemas que se nos colocam.
Podem ser grandes, mas podem ficar quase intransponíveis quando achamos que não temos força para lidar com eles. Logo que descobrimos que essa força está dentro de nós, nada é impossível. Mesmo nada.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Um murro no estômago
Há dias que nos deixam assim.
Como se tivessemos levado um murro no estômago. São dias diferentes, são dias que nos fazem pensar. E é por estes dias que eu repito: jornalismo é a melhor e a pior das profissões.
Hoje conheci uma menina linda, Joana, que foi operada a um tumor no cérebro e para quem dois agentes policiais e a escola onde anda estão a organizar uma festa para ajudar.
Uma miuda fantástica, que só com a sua presença, me deu uma lição de vida brutal.
Quando me levantar a queixar de preguiça, dores de barriga, andar mal humorada, vou pensar na Joana. Palavra que coloca toda a nossa vida em perspectiva.
https://www.facebook.com/analopes1971?sk=wall&ref=notif¬if_t=wall#!/events/563601957001986/permalink/564683956893786/?notif_t=like
Como se tivessemos levado um murro no estômago. São dias diferentes, são dias que nos fazem pensar. E é por estes dias que eu repito: jornalismo é a melhor e a pior das profissões.
Hoje conheci uma menina linda, Joana, que foi operada a um tumor no cérebro e para quem dois agentes policiais e a escola onde anda estão a organizar uma festa para ajudar.
Uma miuda fantástica, que só com a sua presença, me deu uma lição de vida brutal.
Quando me levantar a queixar de preguiça, dores de barriga, andar mal humorada, vou pensar na Joana. Palavra que coloca toda a nossa vida em perspectiva.
https://www.facebook.com/analopes1971?sk=wall&ref=notif¬if_t=wall#!/events/563601957001986/permalink/564683956893786/?notif_t=like
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segunda-feira, janeiro 28, 2013
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No Coments II
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Maria do Carmo
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