sábado, 25 de junho de 2011

Afinal não sou só eu

Já aqui tenho falado várias vezes de um escrevinhador e das suas mentiras, nomeadamente sobre as datas de saída do papel que distribui de vez em quando.
Mas pelos vistos parece que há já quem também o tope, e mais às suas reportagens encomendadas.
Afinal, podemos mentir a alguns durante algum tempo, mas não se podem enganar todos durante todo o tempo.
São os próprios moradores que o apelidam de "Jornal da perspectiva da Autarquia".


http://moradoresverdizela.blogspot.com/2011/06/esta-tudo-sobre-controle.html

3 comentários:

Susana disse...

Li o artigo em questão. Não sendo jornalista, mas com formação na área das línguas, os meus professores ensinaram-me de que se devia ir diretamente beber às fontes, mas confesso que fiquei um pouco intrigada com a expressão “fonte do local”. Segundo parece, o jornalista não esteve presente, mas “segundo fonte do local” não foi conclusivo? De quem é verdadeiramente esta opinião? Do senhor, que entre servir um café e outro, estava atento à conversa? De um transeunte? Da moça que serve às mesas? De um cliente que chegou a meio da conversa? Não que a opinião dos hipotéticos ouvintes que referi não seja válida, antes pelo contrário, mas há que saber de onde ela provém, sem que seja necessário divulgar a pessoa em causa, para também poder dar o devido peso à opinião expressa, mas “fonte do local” é para mim demasiado vago… Podia igualmente ter escrito: Um passarinho disse que…

Maria do Carmo disse...

Sem entrar em muita guerrilha, até porque com tal "personagem" já lhe disse na cara o que tinha a dizer, a Susana tem imensa razão.
Mas parece que aquilo que todos, mas todos os jornalistas aprendem, e o senso-comum, a este "jornalista" não dizem nada.
Daí serem muitos os "ouvimos de alguém", "fonte bem posicionada disse-nos", ou ainda este "fonte no local".
Claro que quem nunca leu sequer a legislação de protecção de fontes, acha que pode usar isso sempre que lhe interessa, em especial quando pensa que isso pode prejudicar alguém.
Já agora, o mesmo "jornalista" que do alto das suas tamanquinhas andou a escrever que numa certa conferência de imprensa só a "imprensa mediocre é que deu destaque"... como só lê o «Comércio», não viu a mesma notícia na Lusa, no JN, no DN, no Expresso, na SIC Noticias, entre outros...

Susana disse...

Então, é também ele aquele condutor que vai na autoestrada e ouve nas notícias da rádio, que um veículo está há meia hora a circular em contramão. Ao que ele responde: Só um? Nesta meia hora já me cruzei com tantos!...