Sou uma amante incondicional de animais. Tenho como lema que «Quanto mais conheço as pessoas, mais gosto dos animais». E nesse aspecto, tenho orgulho no Seixal, não fosse...
O meu amor é tal que até já recusei um casamento quando o parceiro disse categoricamente que não aceitava animais em casa. Ora como cada um come o pão que quer, a resposta foi: Adeus, um beijo e um queijo. Por acaso, e como a amizade se manteve, sei agora que tem uma gatita a quem até põe ao telefone para os outros a ouvirem ronronar (eheheh).
Qualquer animal que entre na nossa vida, muda tudo de imediato. Além da responsabilidade (essencial para os mais jovens, como forma de lição de vida), ao amor e carinho que recebemos em troca.
Portugal está a anos-luz de países como a Inglaterra no que respeita aos direitos dos animais, que são recordados por alguns apenas num dia por ano.
No entanto, eis que o Seixal tem um canil/gatil que é exemplo em todo o país. Já foi referido na comunicação social o trabalho e as condições que os animais ali têm, com o apoio do Grupo de Voluntários, bem como o facto de ali não serem abatidos animais, optando-se sempre por campanhas de adopção.
Mas ainda há coisas que me fazem confusão:
A Câmara Municipal do Seixal gasta por ano (Orçamento para 2010) cerca de 94.000 com o Gabinete do Partido-Médico Veterinário, em alimentação e outros bens para o bem-estar dos animais que são recolhidos pelo Canil/Gatil.
Diga-se que este valor é mais do que a maior parte das câmaras do país, porque há muitas que nem apoio dão aos grupos voluntários e limitam-se a recolher e abater os animais abandonados.
Este valor é para alimentos, para o bem-estar, para medicamentos, etc.
Mas...
Infelizmente, por aqui há sempre um Mas...
O Seixal também tem o maior e mais regular Boletim Municipal do país. Um boletim quinzenal que, de novo no orçamento para 2010 tem as seguintes despesas:
Impressão – 143.303
Distribuição – 41.400
Mailling – 6.000 (Sem contabilizar as despesas com o pessoal quer interno quer de contratação a fotógrafos externos)
Opiniões à parte, não haverá neste boletim quinzenal um cantinho com informação sobre os animais que deram entrada no canil/gatil e precisam de uma nova casa?
Bastava aqui o Seixal seguir os exemplos de outros boletins municipais (do Barreiro, por exemplo) onde isso acontece.
Pois, mesmo com Alfredo Monteiro a dizer que o boletim é o jornal mais lido no concelho, acho que modestamente o «Comércio» ainda presta um melhor serviço ao município e, acima de tudo, aos animais em sofrimento.
Um blogue de uma jornalista que já viu um pouco de tudo, usado para falar de qualquer coisa.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
E agora para algo completamente diferente!
Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010
A difícil condição de jornalista
Ronald Reagan queixava-se constantemente dos jornalistas de Washington, tendo escrito nos seus diários que tentavam sempre encravá-lo, preferindo por isso a imprensa regional, pois faziam perguntas mais interessantes e focadas nos “issues”. Ora, isto significa que os jornalistas de Washington eram incómodos e gostavam de lhe “morder os calcanhares”, coisa que os outros não faziam. Talvez por subserviência ou por respeito, Reagan na imprensa regional raramente enfrentava perguntas difíceis. Esta descrição da imprensa regional de Reagan faz-me lembrar o comportamento dos jornalistas portugueses numa questão que passou relativamente despercebida.
Há dias soubemos que o Primeiro-ministro dirigiu-se aos jornalistas sob a condição de não lhe fazerem perguntas sobre determinado assunto. Os jornalistas, que precisavam das declarações de José Sócrates, aceitaram a condição imposta. A relação entre jornalistas e políticos é uma luta constante entre interesses que não raramente entram em conflito. Mas os primeiros têm o dever de não ceder perante as pressões e interesses dos segundos. Perante a recusa de responder sobre um tema, os jornalistas deveriam ter tomado uma posição. Mas não o fizeram. Se fosse político em Portugal, seguiria a cartilha de Sócrates, depois da fragilidade demonstrada pelos jornalistas. Quer fazer perguntas? Tem aqui a lista de assuntos permitidos...
publicado por Nuno Gouveia às 15:24 in http://31daarmada.blogs.sapo.pt/3632181.html
A difícil condição de jornalista
Ronald Reagan queixava-se constantemente dos jornalistas de Washington, tendo escrito nos seus diários que tentavam sempre encravá-lo, preferindo por isso a imprensa regional, pois faziam perguntas mais interessantes e focadas nos “issues”. Ora, isto significa que os jornalistas de Washington eram incómodos e gostavam de lhe “morder os calcanhares”, coisa que os outros não faziam. Talvez por subserviência ou por respeito, Reagan na imprensa regional raramente enfrentava perguntas difíceis. Esta descrição da imprensa regional de Reagan faz-me lembrar o comportamento dos jornalistas portugueses numa questão que passou relativamente despercebida.
Há dias soubemos que o Primeiro-ministro dirigiu-se aos jornalistas sob a condição de não lhe fazerem perguntas sobre determinado assunto. Os jornalistas, que precisavam das declarações de José Sócrates, aceitaram a condição imposta. A relação entre jornalistas e políticos é uma luta constante entre interesses que não raramente entram em conflito. Mas os primeiros têm o dever de não ceder perante as pressões e interesses dos segundos. Perante a recusa de responder sobre um tema, os jornalistas deveriam ter tomado uma posição. Mas não o fizeram. Se fosse político em Portugal, seguiria a cartilha de Sócrates, depois da fragilidade demonstrada pelos jornalistas. Quer fazer perguntas? Tem aqui a lista de assuntos permitidos...
publicado por Nuno Gouveia às 15:24 in http://31daarmada.blogs.sapo.pt/3632181.html
sábado, 9 de janeiro de 2010
Para quem critica o trabalho realizado...
Este post é para o caro Anónimo analisador de jornais (a quem respondi mais abaixo), que dizia no seu comentário «Muito menos se entende que com tantos assuntos de interesse no Concelho as alarvidades dos mais fracos candidatos do PS e PSD à CM do Seixal merecessem tanta atenção.»
E como ouço e leio com atenção o que me dizem, embora não comentando o que este comentador considera como «alarvidades» dos candidatos, fiz uma pequena pesquisa sobre o trabalho realizado pelo «Comércio» nestes dois anos.
Esta é apenas uma pequenissima amostra de como o nosso trabalho tem sido reconhecido ao longo de apenas dois anos (poderá encontrar muitas mais referências numa pesquisa no Google).
E aqui não entram entrevistas com várias pessoas, como por exemplo Vitor Sobral (nascido no Cavadas, sabia disso por acaso?), Ou da Castella do Paulo, ainda hoje em reportagem no «Portugal sem Fronteiras».
O tal trabalho que nada tem a ver com o concelho, na sua opinião.
in http://aquintadevaladares.blogspot.com/
(...) E já que de reconhecimento se trata, não quero deixar de referir:
A CMSeixal na pessoa do Vereador Joaquim Santos, pelo cumprimento dos compromissos assumidos, Ao Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra, pelo destaque e forma sentida que deram à nossa luta; À SIC e ao José António Mestre, que aumentou a nossa visibilidade.
Publicada por Carlos Freitas em 23:25 0 comentários
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in http://amfm1.com/index.php?option=com_content&task=view&id=26
econversão Urbanística Flor da Mata 1
Recorte retirado do "Comércio do Seixal" de 9 de Maio 2008 - Dra. Arminda Neto
Fui ao longo destas edições questionada por vários proprietários atentos, quanto à situação actual do Processo de Reconversão da Flor da Mata. Importa referir, no sentido de melhor os poder elucidar duma forma sumária que, este, é um processo que remonta ao inicio dos anos 80.
------------------------------------------
in http://amigos-animais-seixal.blogspot.com/search?updated-max=2009-04-16T06%3A01%3A00-07%3A00&max-results=50
Fomos noticia!
No Comercio do Seixal! (carregar para abrir) Obrigada pela divulgação. - Grupo de Voluntários do Canil/Gatil do Seixal.
Curiosamente, uma valência da Câmara Municipal do Seixal, cujos animais para adopção nunca vieram referenciados no Boletim Municipal. Seria por este ser um pelouro entregue a um deputado da oposição? Não quero acreditar nisso, porque aqui está em causa o bem-estar de animais, que nada têm que ver com a política, excepto por esta até aos dias de hoje ainda não os saber proteger.
------------------------
In http://ifctorrense.com/aeromodelismo/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=48
Pela primeira a vezes tivemos o nosso evento de aeromodelismo, divulgado no Correio da Manha (Domingo dia 25), no Jornal de Noticias Global (Sexta-Feira 23) e Comercio do Seixal (Sexta-Feira 23).
------------------------------------------
in http://www.ccram.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=136&Itemid=2
Toda esta actividade, não passou despercebida aos órgãos de Comunicação Social da nossa região. Por exemplo, o Comércio do Seixal, um prestigiado semanário da nossa região de distribuição gratuita, trouxe notícias sobre o CCRAM em todas as edições publicadas durante este ano.
--------------------------------------------
in http://bttvilafresca.net/index.php?option=com_content&task=view&id=236&Itemid=164
Núcleo BTT Vila Fresca - 2ª Prova de Resistência da Arrábida - 6 de Junho, 2009
Para finalizar, um aspecto muito importante. Sem os vários apoios que tivemos a prova tinha sido com certeza impossível de realizar, assim deixamos aqui os nossos agradecimentos. À imprensa pela publicidade, Freebike, Jornal Comércio do Seixal e Correio da Manhã.
-------------------------------------------
in http://www.auhs.pt/noticias_associacao.htm
Primeira publicidade colocada gratuitamente, cortesia do Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra.
------------------------------------------
São estas "pequenas" coisas que nos tornam diferentes dos outros, sabe? Não considero que tenha de justificar o nosso trabalho, mas parece que para alguns individuos as evidências têm de ser mostradas diante dos olhos, e com desenhos.
Anónimos como você poderão sempre dizer o que entenderem do nosso trabalho, mas o que nos interessa verdadeiramente são os agradecimentos dos que reconhecem aquilo que fazemos.
(Ou serão todos estes membros dos tais partidos mais fracos?)
E como ouço e leio com atenção o que me dizem, embora não comentando o que este comentador considera como «alarvidades» dos candidatos, fiz uma pequena pesquisa sobre o trabalho realizado pelo «Comércio» nestes dois anos.
Esta é apenas uma pequenissima amostra de como o nosso trabalho tem sido reconhecido ao longo de apenas dois anos (poderá encontrar muitas mais referências numa pesquisa no Google).
E aqui não entram entrevistas com várias pessoas, como por exemplo Vitor Sobral (nascido no Cavadas, sabia disso por acaso?), Ou da Castella do Paulo, ainda hoje em reportagem no «Portugal sem Fronteiras».
O tal trabalho que nada tem a ver com o concelho, na sua opinião.
in http://aquintadevaladares.blogspot.com/
(...) E já que de reconhecimento se trata, não quero deixar de referir:
A CMSeixal na pessoa do Vereador Joaquim Santos, pelo cumprimento dos compromissos assumidos, Ao Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra, pelo destaque e forma sentida que deram à nossa luta; À SIC e ao José António Mestre, que aumentou a nossa visibilidade.
Publicada por Carlos Freitas em 23:25 0 comentários
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in http://amfm1.com/index.php?option=com_content&task=view&id=26
econversão Urbanística Flor da Mata 1
Recorte retirado do "Comércio do Seixal" de 9 de Maio 2008 - Dra. Arminda Neto
Fui ao longo destas edições questionada por vários proprietários atentos, quanto à situação actual do Processo de Reconversão da Flor da Mata. Importa referir, no sentido de melhor os poder elucidar duma forma sumária que, este, é um processo que remonta ao inicio dos anos 80.
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in http://amigos-animais-seixal.blogspot.com/search?updated-max=2009-04-16T06%3A01%3A00-07%3A00&max-results=50
Fomos noticia!
No Comercio do Seixal! (carregar para abrir) Obrigada pela divulgação. - Grupo de Voluntários do Canil/Gatil do Seixal.
Curiosamente, uma valência da Câmara Municipal do Seixal, cujos animais para adopção nunca vieram referenciados no Boletim Municipal. Seria por este ser um pelouro entregue a um deputado da oposição? Não quero acreditar nisso, porque aqui está em causa o bem-estar de animais, que nada têm que ver com a política, excepto por esta até aos dias de hoje ainda não os saber proteger.
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In http://ifctorrense.com/aeromodelismo/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=48
Pela primeira a vezes tivemos o nosso evento de aeromodelismo, divulgado no Correio da Manha (Domingo dia 25), no Jornal de Noticias Global (Sexta-Feira 23) e Comercio do Seixal (Sexta-Feira 23).
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in http://www.ccram.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=136&Itemid=2
Toda esta actividade, não passou despercebida aos órgãos de Comunicação Social da nossa região. Por exemplo, o Comércio do Seixal, um prestigiado semanário da nossa região de distribuição gratuita, trouxe notícias sobre o CCRAM em todas as edições publicadas durante este ano.
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in http://bttvilafresca.net/index.php?option=com_content&task=view&id=236&Itemid=164
Núcleo BTT Vila Fresca - 2ª Prova de Resistência da Arrábida - 6 de Junho, 2009
Para finalizar, um aspecto muito importante. Sem os vários apoios que tivemos a prova tinha sido com certeza impossível de realizar, assim deixamos aqui os nossos agradecimentos. À imprensa pela publicidade, Freebike, Jornal Comércio do Seixal e Correio da Manhã.
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in http://www.auhs.pt/noticias_associacao.htm
Primeira publicidade colocada gratuitamente, cortesia do Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra.
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São estas "pequenas" coisas que nos tornam diferentes dos outros, sabe? Não considero que tenha de justificar o nosso trabalho, mas parece que para alguns individuos as evidências têm de ser mostradas diante dos olhos, e com desenhos.
Anónimos como você poderão sempre dizer o que entenderem do nosso trabalho, mas o que nos interessa verdadeiramente são os agradecimentos dos que reconhecem aquilo que fazemos.
(Ou serão todos estes membros dos tais partidos mais fracos?)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Jornalistas, jornais e jornalismo pouco recomendável
Não resisto, é por demais delicioso este texto publicado no site Clube de Jornalistas
Jornalistas pouco recomendáveis - 9 de Outubro de 2009
Serge Halimi, director de “Le Monde diplomatique”, afirma, no editorial da edição de Outubro, que o jornal que dirige é «pouco recomendável».
É pouco recomendável para os banqueiros, naturalmente, dos quais não virá um sinal de financiamento. Halimi dirige-se aos leitores de “Le Monde diplomatique” e enumera, com crueza e orgulho, as características do jornal, ao mesmo tempo razão da sua força e da sua fraqueza.
Por essas palavras se vê que o seu director é, também ele, pouco recomendável. Para os banqueiros, entenda-se.
E este director, que é eleito, lembra que os jornalistas de “Le Monde diplomatique” não são nunca convidados para os «jantares do século» nem fazem jeitos aos lóbis farmacêuticos, o que os torna, está bem de ver, «pouco recomendáveis» percebe-se para quem.
O editorial de Serge Halimi devia ser lido em todos os cursos de todas as escolas de jornalismo e explicado intensivamente a alguns directores de jornais. E aos jornalistas, claro.
Especialmente aos muito recomendáveis. (JAG)
E, acrescento eu, a muitos políticos.
P.S. (Post Scriptum, não se assustem) - Já depois de colocar este post, dei uma volta pelos comentários e tinha um novo, uma pseudo-análise aos jornais locais, com uma enorme isenção (risos), a que tive de dar resposta. Se quiserem espreitar, está no texto sobre Santos Silva e a Justiça.
Jornalistas pouco recomendáveis - 9 de Outubro de 2009
Serge Halimi, director de “Le Monde diplomatique”, afirma, no editorial da edição de Outubro, que o jornal que dirige é «pouco recomendável».
É pouco recomendável para os banqueiros, naturalmente, dos quais não virá um sinal de financiamento. Halimi dirige-se aos leitores de “Le Monde diplomatique” e enumera, com crueza e orgulho, as características do jornal, ao mesmo tempo razão da sua força e da sua fraqueza.
Por essas palavras se vê que o seu director é, também ele, pouco recomendável. Para os banqueiros, entenda-se.
E este director, que é eleito, lembra que os jornalistas de “Le Monde diplomatique” não são nunca convidados para os «jantares do século» nem fazem jeitos aos lóbis farmacêuticos, o que os torna, está bem de ver, «pouco recomendáveis» percebe-se para quem.
O editorial de Serge Halimi devia ser lido em todos os cursos de todas as escolas de jornalismo e explicado intensivamente a alguns directores de jornais. E aos jornalistas, claro.
Especialmente aos muito recomendáveis. (JAG)
E, acrescento eu, a muitos políticos.
P.S. (Post Scriptum, não se assustem) - Já depois de colocar este post, dei uma volta pelos comentários e tinha um novo, uma pseudo-análise aos jornais locais, com uma enorme isenção (risos), a que tive de dar resposta. Se quiserem espreitar, está no texto sobre Santos Silva e a Justiça.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Cobardia, comentários e comentadores
Volto a este assunto dos comentários e comentadores.
Parece que no Seixal, mesmo os que são protegidos não têm coragem para dar a cara pelo que escrevem.
Além dessa cobardia, escondem-se por detrás do anonimato para tentarem denegrir o trabalho de outras pessoas, sobre o qual conhecem menos do que de cogumelos.
Será para que num futuro próximo possam também escarrar no prato onde comem?
Vem isto a propósito de um outro blogue, onde escrevi, e com qual autor já mantive algumas conversas interessantes.
A questão é que, dando o meu nome em cada comentário, recebi outros, esses mais “mimosos” de indivíduos a quem só me ocorre um adjectivo: cobardes.
Não me chateia que me digam o que acham que devem dizer, mas pelo menos haja tomates para dar a cara pelo que se diz.
Perante este facto, decidimos (eu e a directora-geral do jornal) não responder a alguns que julgam dar toques mascarados de intelectuais, com análises sobre assuntos de que não percebem um boi, por não merecem essa nossa perda de tempo.
Quanto aos anónimos, é de lamentar que só tenham coragem para insultar os outros ao abrigo de máscaras e anonimatos, e se calhar até me cumprimentam muito bem quando estão de frente para mim, até para que sejam vistos a cumprimentar A JORNALISTA.
Para eles aqui fica a minha resposta, assinada e no meu blogue, com a secção de comentários aberto sem censura.
É com estes pequenos gestos que se separam os Homens (Mulheres), dos idiotas.
Parece que no Seixal, mesmo os que são protegidos não têm coragem para dar a cara pelo que escrevem.
Além dessa cobardia, escondem-se por detrás do anonimato para tentarem denegrir o trabalho de outras pessoas, sobre o qual conhecem menos do que de cogumelos.
Será para que num futuro próximo possam também escarrar no prato onde comem?
Vem isto a propósito de um outro blogue, onde escrevi, e com qual autor já mantive algumas conversas interessantes.
A questão é que, dando o meu nome em cada comentário, recebi outros, esses mais “mimosos” de indivíduos a quem só me ocorre um adjectivo: cobardes.
Não me chateia que me digam o que acham que devem dizer, mas pelo menos haja tomates para dar a cara pelo que se diz.
Perante este facto, decidimos (eu e a directora-geral do jornal) não responder a alguns que julgam dar toques mascarados de intelectuais, com análises sobre assuntos de que não percebem um boi, por não merecem essa nossa perda de tempo.
Quanto aos anónimos, é de lamentar que só tenham coragem para insultar os outros ao abrigo de máscaras e anonimatos, e se calhar até me cumprimentam muito bem quando estão de frente para mim, até para que sejam vistos a cumprimentar A JORNALISTA.
Para eles aqui fica a minha resposta, assinada e no meu blogue, com a secção de comentários aberto sem censura.
É com estes pequenos gestos que se separam os Homens (Mulheres), dos idiotas.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Artur Santos Silva diz que justiça é pior do que no Estado Novo
«O responsável pelas comemorações do Centenário da República defende que hoje se acredita que o sistema judicial é "pior do que era no Estado Novo" e que esta é a área que o país mais precisa de melhorar.
Em entrevista à agência Lusa, o responsável da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), Artur Santos Silva, fez um balanço do estado actual dos valores da democracia conquistados com a implantação da República. Se a saúde e a educação tiveram grandes desenvolvimentos no último século, há ainda muito por fazer para atenuar as desigualdades sociais e para afirmar a justiça, considerou.
"A lei é a expressão da vontade da maioria. Se as leis não são cumpridas e quem não cumpre as leis não é penalizado a tempo, isso faz com que um quadro democrático e a vontade da maioria reflectida em leis não é cumprida e nada acontece", defendeu o responsável.»
Não podia concordar mais, como cidadã, com um cunhado que já foi ferido num assalto e cujo assaltante, depois de ter sido detido por ele e por outras pessoas, foi solto no dia seguinte e foi ainda ameaçar as pessoas que o apanharam.
Como é possível que o PS tenha permitido a actual Lei Penal, com a concordância do PSD???? Será que apenas quando algum familiar de um ministro ou dirigente de um destes dois partidos for vítima de um assalto violento, eles se mexerão para alterar esta «justiça»?
P.S. - Parabéns ao Sporting, que venceu o Benfica em Futsal. Aí Leões!!!!!!!!!!!!!!!
Em entrevista à agência Lusa, o responsável da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), Artur Santos Silva, fez um balanço do estado actual dos valores da democracia conquistados com a implantação da República. Se a saúde e a educação tiveram grandes desenvolvimentos no último século, há ainda muito por fazer para atenuar as desigualdades sociais e para afirmar a justiça, considerou.
"A lei é a expressão da vontade da maioria. Se as leis não são cumpridas e quem não cumpre as leis não é penalizado a tempo, isso faz com que um quadro democrático e a vontade da maioria reflectida em leis não é cumprida e nada acontece", defendeu o responsável.»
Não podia concordar mais, como cidadã, com um cunhado que já foi ferido num assalto e cujo assaltante, depois de ter sido detido por ele e por outras pessoas, foi solto no dia seguinte e foi ainda ameaçar as pessoas que o apanharam.
Como é possível que o PS tenha permitido a actual Lei Penal, com a concordância do PSD???? Será que apenas quando algum familiar de um ministro ou dirigente de um destes dois partidos for vítima de um assalto violento, eles se mexerão para alterar esta «justiça»?
P.S. - Parabéns ao Sporting, que venceu o Benfica em Futsal. Aí Leões!!!!!!!!!!!!!!!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
E onde é que já também vi isto?
Agora que o Natal já acabou e o Ano Novo começou, é altura de voltar «à vaca fria».
E volto com algo que encontrei no site Clube de Jornalistas, a análise do Diário de Noticias de 2009 (um excerto):
Estado de sítio continua cá na aldeia - Fechamos mais um ano conformados com a fatalidade: Portugal, um país dois sistemas
Data: 27-12-2009
A ERC foi chamada a São Bento e o falatório é ensurdecedor e ininterrupto.
O que arde, por acção criminosa de quemanda, é a lealdade na concorrência entre jornais, tendo em vista não propriamente melhorar o periódico beneficiado - o JM - mas acima de tudo inviabilizar a existência daquele que insiste em participar no mercado sem dependências.
Nos dias anteriores ao Natal, o presidente da ERC esteve na Comissão de Ética da Assembleia da República, para responder a questões sobre a distribuição de publicidade oficial aos media.
Sobre a escandalosa situação vigente na Madeira, Azeredo Lopes preferiu despachar o assunto para a jurisdição da Autoridade da Concorrência.
Como se a concorrência desleal não implicasse com a regulação na Comunicação Social. Azeredo sabe da prática continuada das distorções na Região ao nível da concorrência, favoráveis ao Jornal da Madeira, detido em mais de 90% pela RAM/governo regional. Sabe que o chefe do governo regional mandou cortar toda a publicidade ao Diário de Notícias além das 400 assinaturas de organismos públicos, indo ao ponto de, em inaugurações oficiais e comícios partidários, pressionar assinantes e anunciantes do DN.
Sabe que o JM, que gasta 4,5 milhões do erário e continua inviável, recebe toda a publicidade institucional. Sabe que o chefe do governo mandou gastar mais dinheiro público para passar o JM a gratuito e triplicar a tiragem para 15 mil exemplares - medidas que evidentemente não se destinam a melhorar o JM mas sim a asfixiar a outra imprensa. Sabe-o Azeredo Lopes e sabe-o o Presidente da República. Para abreviar, toda a Lisboa o sabe.
A queixa a denunciar a pavorosa situação está no site 'dnoticias.pt'.
Mas, para evitar maçadas, foram enviadas cópias de consulta muito prática a todas as entidades nacionais, além das que seguiram para a Europa.
A falsificação do mercado e o desvirtuamento da concorrência na imprensa da Madeira estão patentes, diante dos olhos de quem se devia interessar pelo problema.
Mas cada entidade descarta responsabilidades para a mais próxima, com desculpas pusilânimes. Durante todo o ano se falou aqui do abismo para onde caminha perigosamente a imprensa madeirense, porque os situacionismos não são eternos.
A política de terra queimada neste campo pode vencer - outro não é o desejo dos que inventaram a incrível situação que os jornais vivem na Região.
Será que agora irei ter aqui também comentários de determinadas pessoas a criticar a acção do Alberto João Jardim, da censura e da situação por este praticada?
Fico a aguardar.
E volto com algo que encontrei no site Clube de Jornalistas, a análise do Diário de Noticias de 2009 (um excerto):
Estado de sítio continua cá na aldeia - Fechamos mais um ano conformados com a fatalidade: Portugal, um país dois sistemas
Data: 27-12-2009
A ERC foi chamada a São Bento e o falatório é ensurdecedor e ininterrupto.
O que arde, por acção criminosa de quemanda, é a lealdade na concorrência entre jornais, tendo em vista não propriamente melhorar o periódico beneficiado - o JM - mas acima de tudo inviabilizar a existência daquele que insiste em participar no mercado sem dependências.
Nos dias anteriores ao Natal, o presidente da ERC esteve na Comissão de Ética da Assembleia da República, para responder a questões sobre a distribuição de publicidade oficial aos media.
Sobre a escandalosa situação vigente na Madeira, Azeredo Lopes preferiu despachar o assunto para a jurisdição da Autoridade da Concorrência.
Como se a concorrência desleal não implicasse com a regulação na Comunicação Social. Azeredo sabe da prática continuada das distorções na Região ao nível da concorrência, favoráveis ao Jornal da Madeira, detido em mais de 90% pela RAM/governo regional. Sabe que o chefe do governo regional mandou cortar toda a publicidade ao Diário de Notícias além das 400 assinaturas de organismos públicos, indo ao ponto de, em inaugurações oficiais e comícios partidários, pressionar assinantes e anunciantes do DN.
Sabe que o JM, que gasta 4,5 milhões do erário e continua inviável, recebe toda a publicidade institucional. Sabe que o chefe do governo mandou gastar mais dinheiro público para passar o JM a gratuito e triplicar a tiragem para 15 mil exemplares - medidas que evidentemente não se destinam a melhorar o JM mas sim a asfixiar a outra imprensa. Sabe-o Azeredo Lopes e sabe-o o Presidente da República. Para abreviar, toda a Lisboa o sabe.
A queixa a denunciar a pavorosa situação está no site 'dnoticias.pt'.
Mas, para evitar maçadas, foram enviadas cópias de consulta muito prática a todas as entidades nacionais, além das que seguiram para a Europa.
A falsificação do mercado e o desvirtuamento da concorrência na imprensa da Madeira estão patentes, diante dos olhos de quem se devia interessar pelo problema.
Mas cada entidade descarta responsabilidades para a mais próxima, com desculpas pusilânimes. Durante todo o ano se falou aqui do abismo para onde caminha perigosamente a imprensa madeirense, porque os situacionismos não são eternos.
A política de terra queimada neste campo pode vencer - outro não é o desejo dos que inventaram a incrível situação que os jornais vivem na Região.
Será que agora irei ter aqui também comentários de determinadas pessoas a criticar a acção do Alberto João Jardim, da censura e da situação por este praticada?
Fico a aguardar.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Mas onde é que eu já vi isto???
Publicidade do Governo beneficia diário da Cofina
O Estado português investiu, nos primeiros nove meses de 2009, 8,8 milhões de euros em publicidade nos cinco principais jornais diários generalistas, revela um estudo da Marktest. O mesmo estudo adianta que metade dessa verba foi colocada em apenas um jornal: o «Correio da Manhã», do grupo Cofina.
Metade do investimento publicitário feito pelo Estado nos jornais diários de maior expansão em Portugal, entre Janeiro e Setembro de 2009, foi para o jornal Correio da Manhã (CM), de acordo com um estudo realizado pela Marktest, a pedido da Administração da Controlinveste.
De acordo com o estudo, entre inserções no caderno principal e no caderno de classificados, o diário do grupo Cofina arrecadou, até ao final do terceiro trimestre deste ano, cerca de 4,4 milhões de euros, a preços de tabela e sem contemplar os descontos praticados pelos meios de comunicação.
Os dados revelam que a segunda publicação que recebeu mais publicidade estatal foi o Jornal de Notícias (JN), propriedade da Controlinveste (também detentora do Diário de Notícias e do 24horas), com 2,4 milhões de euros de investimento, ou seja, cerca de 2 milhões de diferença do Correio da Manhã.
Por seu turno, o investimento no DN correspondeu a 1 milhão de euros, no Público (grupo Sonaecom) a 876 mil euros e no 24 Horas a 54 mil euros, um valor residual quando comparado com as demais publicações.
A análise dos dados mostra que os três títulos da Controlinveste, juntos, receberam menos investimentos publicitários do que o CM, em 2009 (não estando contabilizados outros títulos da Cofina como o Jornal de Negócios, o Record ou a revista Sábado).
Esta tendência verificava-se já em 2008 com 6,2 milhões de euros a serem investidos no diário da Cofina face aos 4,9 milhões de euros investidos nos mesmos três jornais da Controlinveste.
O estudo da Marktest revela ainda outros pormenores: o crescimento do investimento no caderno principal dos diários generalistas e a diminuição do investimento no caderno de classificados, embora este continue a ser o local preferencial para o Estado anunciar.
Os dados mostram também que o orçamento destinado ao caderno principal dos diários duplicou no caso do CM (mais 399 mil euros) e do DN (mais 174 mil euros), quase triplicou no Público (mais 138 mil euros) e cresceu menos de 1% no JN (mais 176 mil euros). Em contrapartida, diminuiu o investimento nos cadernos de classificados: menos 38% no CM, menos 51% no Público, menos 53% do DN e menos 35% no JN.
O estudo da Marktest surge no seguimento de informações avançadas pela revista «Sábado» (grupo Cofina), em meados do mês de Novembro, de que o Estado estaria a beneficiar o grupo Controlinveste no que respeita ao investimento publicitário.
A revista referia que o Estado estaria a desinvestir no jornal Público e Sol e a favorecer os títulos da Controlinveste, Diário de Notícias e Jornal de Notícias, mas nunca mencionou o dinheiro investido pelo Estado no jornal Correio da Manhã.
www.eusou.com/jornalista/
Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
GOVERNO VAI CRIAR BANCO DE DADOS ON-LINE
"Vamos criar um banco de dados on-line para poder garantir o registo transparente de toda a publicidade do Estado", avançou Jorge Lacão durante a comissão parlamentar de Sociedade, Cultura e Ética que decorreu esta manhã.
Admitindo que actualmente não existe nenhum critério que defina a distribuição de publicidade do sector público pela imprensa, o ministro, que tutela a pasta da Comunicação Social, defendeu a necessidade de "criar critérios que assegurem a transparência".
A questão foi levantada por todos os partidos da oposição presentes na comissão parlamentar, na sequência de um artigo publicado em Novembro na revista Sábado que adiantava ter havido discriminação por parte do Governo e organismos públicos na distribuição de publicidade institucional a jornais nacionais.
Segundo a Sábado, o Governo (ministérios, organismos e empresas públicas) reduziu o investimento publicitário nos jornais que publicaram escândalos envolvendo o nome do primeiro-ministro, José Sócrates, apontando os casos concretos do Independente, Público e Sol. Ler aqui, no Diário de Notícias
Ana Isabel Silva - publicado por comunicaradireito às 12:48
O Estado português investiu, nos primeiros nove meses de 2009, 8,8 milhões de euros em publicidade nos cinco principais jornais diários generalistas, revela um estudo da Marktest. O mesmo estudo adianta que metade dessa verba foi colocada em apenas um jornal: o «Correio da Manhã», do grupo Cofina.
Metade do investimento publicitário feito pelo Estado nos jornais diários de maior expansão em Portugal, entre Janeiro e Setembro de 2009, foi para o jornal Correio da Manhã (CM), de acordo com um estudo realizado pela Marktest, a pedido da Administração da Controlinveste.
De acordo com o estudo, entre inserções no caderno principal e no caderno de classificados, o diário do grupo Cofina arrecadou, até ao final do terceiro trimestre deste ano, cerca de 4,4 milhões de euros, a preços de tabela e sem contemplar os descontos praticados pelos meios de comunicação.
Os dados revelam que a segunda publicação que recebeu mais publicidade estatal foi o Jornal de Notícias (JN), propriedade da Controlinveste (também detentora do Diário de Notícias e do 24horas), com 2,4 milhões de euros de investimento, ou seja, cerca de 2 milhões de diferença do Correio da Manhã.
Por seu turno, o investimento no DN correspondeu a 1 milhão de euros, no Público (grupo Sonaecom) a 876 mil euros e no 24 Horas a 54 mil euros, um valor residual quando comparado com as demais publicações.
A análise dos dados mostra que os três títulos da Controlinveste, juntos, receberam menos investimentos publicitários do que o CM, em 2009 (não estando contabilizados outros títulos da Cofina como o Jornal de Negócios, o Record ou a revista Sábado).
Esta tendência verificava-se já em 2008 com 6,2 milhões de euros a serem investidos no diário da Cofina face aos 4,9 milhões de euros investidos nos mesmos três jornais da Controlinveste.
O estudo da Marktest revela ainda outros pormenores: o crescimento do investimento no caderno principal dos diários generalistas e a diminuição do investimento no caderno de classificados, embora este continue a ser o local preferencial para o Estado anunciar.
Os dados mostram também que o orçamento destinado ao caderno principal dos diários duplicou no caso do CM (mais 399 mil euros) e do DN (mais 174 mil euros), quase triplicou no Público (mais 138 mil euros) e cresceu menos de 1% no JN (mais 176 mil euros). Em contrapartida, diminuiu o investimento nos cadernos de classificados: menos 38% no CM, menos 51% no Público, menos 53% do DN e menos 35% no JN.
O estudo da Marktest surge no seguimento de informações avançadas pela revista «Sábado» (grupo Cofina), em meados do mês de Novembro, de que o Estado estaria a beneficiar o grupo Controlinveste no que respeita ao investimento publicitário.
A revista referia que o Estado estaria a desinvestir no jornal Público e Sol e a favorecer os títulos da Controlinveste, Diário de Notícias e Jornal de Notícias, mas nunca mencionou o dinheiro investido pelo Estado no jornal Correio da Manhã.
www.eusou.com/jornalista/
Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
GOVERNO VAI CRIAR BANCO DE DADOS ON-LINE
"Vamos criar um banco de dados on-line para poder garantir o registo transparente de toda a publicidade do Estado", avançou Jorge Lacão durante a comissão parlamentar de Sociedade, Cultura e Ética que decorreu esta manhã.
Admitindo que actualmente não existe nenhum critério que defina a distribuição de publicidade do sector público pela imprensa, o ministro, que tutela a pasta da Comunicação Social, defendeu a necessidade de "criar critérios que assegurem a transparência".
A questão foi levantada por todos os partidos da oposição presentes na comissão parlamentar, na sequência de um artigo publicado em Novembro na revista Sábado que adiantava ter havido discriminação por parte do Governo e organismos públicos na distribuição de publicidade institucional a jornais nacionais.
Segundo a Sábado, o Governo (ministérios, organismos e empresas públicas) reduziu o investimento publicitário nos jornais que publicaram escândalos envolvendo o nome do primeiro-ministro, José Sócrates, apontando os casos concretos do Independente, Público e Sol. Ler aqui, no Diário de Notícias
Ana Isabel Silva - publicado por comunicaradireito às 12:48
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Orçamento camarário do Seixal, publicidade e Jornais
Custa-me, palavra que me custa, vir aqui colocar estes posts, mas há coisas que não podem ficar caladas. E aqui fica a reprodução de mais um texto desta última edição do «Comércio do Seixal e Sesimbra», onde refiro a questão da aplicação da publicidade camarária nos "jornais", com palavras de Alfredo Monteiro, o presidente da autarquia e cujo texto podem conhecer na íntegra em http://content.yudu.com/Library/A1jzpm/Edio90/resources/index.htm?referrerUrl=http%3A%2F%2Fwww.yudu.com%2Fitem%2Fdetails%2F113407%2FEdi----o-90-
GOP e jornais
Na sessão de câmara de 16 de Dezembro houve ainda lugar para os presentes ficarem a saber que a Câmara Municipal “investe e sempre investiu na comunicação social local com rubricas específicas nas Grandes Opções do Plano”, conforme referiu Alfredo Monteiro.
A conversa veio à baila com a intervenção do vereador Samuel Cruz, que propôs que os editais das sessões camarárias fossem “publicadas nos órgãos de comunicação social local, como forma de informação ao público e de ajuda financeira a estes, uma vez que as Grandes Opções do Plano não prevêem um apoio à comunicação social”.
A isto, Alfredo Monteiro respondeu prontamente que “a informação acerca das reuniões da Câmara Municipal é divulgada no Boletim Municipal. Este é o modelo que temos, que não vamos mudar, e acrescento que o Boletim Municipal é o espaço mais lido no concelho”.
Nada de admirar, quando nas Grandes Opções do Plano para 2010 estão previstos 351.847 mil euros para o Boletim Municipal do Seixal (impressão, distribuição e mailing). Como Pequena e Média Empresa que somos, sem subsídios ou cobrança de impostos, é algo completamente impossível de atingir.
Acerca da reunião adiada para 2ª feira de manhã, e também respondendo à questão de Samuel Cruz sobre se esta seria aberta ao público, Alfredo Monteiro respondeu que “a comunicação social sempre teve lugar aqui. Mas o que o vereador Samuel Cruz referiu sobre as rubricas das GOP para a comunicação social é mentira!
Há rubricas que contemplam a comunicação social, como os protocolos com as rádios locais, e a publicação regular de anúncios e informações nos jornais locais.”
Nesse sentido, cabe aqui uma pequena reflexão.
Nas Grandes Opções do Plano de 2009 para o Seixal estavam previstos para publicidade:
- 20.000 euros para publicações da Assembleia Municipal;
- 15.000 euros para publicidade na rubrica Turismo;
- 15.000 euros para publicidade na rubrica Ambiente e Serviços Urbanos;
- 58.500 euros para publicidade na rubrica Desporto;
- 7.500 euros para publicidade na rubrica Património Histórico/ Ecomuseu;
- 8.000 euros para publicidade na rubrica Recursos Humanos;
- 50.000 euros para publicidade Obrigatória e Institucional;
- 15.000 euros para publicidade Obrigatória e Institucional / Regulamentos Municipais;
- 30.000 euros para publicidade na rubrica Órgãos de Apoio.
Total de 286.500 euros previstos para publicidade.
No Balancete das Grandes Opções do Plano por Objectivos e Programas, fica a informação que:
- Em inserção de publicidade Obrigatória e Institucional foram gastos 23.992 euros;
- Em inserção de publicidade Obrigatória e Institucional / Regulamentos Municipais foram gastos 1.954,89 euros;
- No sector da Cultura e Património foram gastos 5.918,40 euros;
- Na promoção e divulgação no sector do desporto foram gastos 35.915,00 euros (Seixalíada);
- Em campanhas de sensibilização para adopção de animais do Canil/Gatil foram gastos 4.190;
- A Assembleia Municipal não fez quaisquer gastos com publicidade;
Total de 71,239,29 euros aplicados em publicidade.
Total de publicidade investida no «Comércio» - 965 euros.
O «Comércio do Seixal e Sesimbra» não recebe publicidade da Câmara Municipal do Seixal desde 24 de Abril deste ano.
Como ainda acreditamos na palavra de Alfredo Monteiro sobre os apoios autárquicos aos jornais locais, e tendo em conta que na GOP para 2010 está prevista a aplicação de 51.236 mil euros para «Contratos para informação/divulgação» e 38.986 mil euros para «Inserção de publicidade obrigatória institucional», um total de 90.222 euros (não contabilizando outras áreas onde está prevista verba para «informação/divulgação», ficamos à espera que o ano de 2010 venha realmente a provar que os vereadores da oposição mentiram sobre a falta de apoios aos jornais pela autarquia.
GOP e jornais
Na sessão de câmara de 16 de Dezembro houve ainda lugar para os presentes ficarem a saber que a Câmara Municipal “investe e sempre investiu na comunicação social local com rubricas específicas nas Grandes Opções do Plano”, conforme referiu Alfredo Monteiro.
A conversa veio à baila com a intervenção do vereador Samuel Cruz, que propôs que os editais das sessões camarárias fossem “publicadas nos órgãos de comunicação social local, como forma de informação ao público e de ajuda financeira a estes, uma vez que as Grandes Opções do Plano não prevêem um apoio à comunicação social”.
A isto, Alfredo Monteiro respondeu prontamente que “a informação acerca das reuniões da Câmara Municipal é divulgada no Boletim Municipal. Este é o modelo que temos, que não vamos mudar, e acrescento que o Boletim Municipal é o espaço mais lido no concelho”.
Nada de admirar, quando nas Grandes Opções do Plano para 2010 estão previstos 351.847 mil euros para o Boletim Municipal do Seixal (impressão, distribuição e mailing). Como Pequena e Média Empresa que somos, sem subsídios ou cobrança de impostos, é algo completamente impossível de atingir.
Acerca da reunião adiada para 2ª feira de manhã, e também respondendo à questão de Samuel Cruz sobre se esta seria aberta ao público, Alfredo Monteiro respondeu que “a comunicação social sempre teve lugar aqui. Mas o que o vereador Samuel Cruz referiu sobre as rubricas das GOP para a comunicação social é mentira!
Há rubricas que contemplam a comunicação social, como os protocolos com as rádios locais, e a publicação regular de anúncios e informações nos jornais locais.”
Nesse sentido, cabe aqui uma pequena reflexão.
Nas Grandes Opções do Plano de 2009 para o Seixal estavam previstos para publicidade:
- 20.000 euros para publicações da Assembleia Municipal;
- 15.000 euros para publicidade na rubrica Turismo;
- 15.000 euros para publicidade na rubrica Ambiente e Serviços Urbanos;
- 58.500 euros para publicidade na rubrica Desporto;
- 7.500 euros para publicidade na rubrica Património Histórico/ Ecomuseu;
- 8.000 euros para publicidade na rubrica Recursos Humanos;
- 50.000 euros para publicidade Obrigatória e Institucional;
- 15.000 euros para publicidade Obrigatória e Institucional / Regulamentos Municipais;
- 30.000 euros para publicidade na rubrica Órgãos de Apoio.
Total de 286.500 euros previstos para publicidade.
No Balancete das Grandes Opções do Plano por Objectivos e Programas, fica a informação que:
- Em inserção de publicidade Obrigatória e Institucional foram gastos 23.992 euros;
- Em inserção de publicidade Obrigatória e Institucional / Regulamentos Municipais foram gastos 1.954,89 euros;
- No sector da Cultura e Património foram gastos 5.918,40 euros;
- Na promoção e divulgação no sector do desporto foram gastos 35.915,00 euros (Seixalíada);
- Em campanhas de sensibilização para adopção de animais do Canil/Gatil foram gastos 4.190;
- A Assembleia Municipal não fez quaisquer gastos com publicidade;
Total de 71,239,29 euros aplicados em publicidade.
Total de publicidade investida no «Comércio» - 965 euros.
O «Comércio do Seixal e Sesimbra» não recebe publicidade da Câmara Municipal do Seixal desde 24 de Abril deste ano.
Como ainda acreditamos na palavra de Alfredo Monteiro sobre os apoios autárquicos aos jornais locais, e tendo em conta que na GOP para 2010 está prevista a aplicação de 51.236 mil euros para «Contratos para informação/divulgação» e 38.986 mil euros para «Inserção de publicidade obrigatória institucional», um total de 90.222 euros (não contabilizando outras áreas onde está prevista verba para «informação/divulgação», ficamos à espera que o ano de 2010 venha realmente a provar que os vereadores da oposição mentiram sobre a falta de apoios aos jornais pela autarquia.
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